Clínica Oftalmológica Lotten Eyes: sempre próxima de você

3 jun 2011 por Lotten Eyes    4 Comentários    Postado em: Notícias

A Clínica Oftalmológica Lotten Eyes, fundada em 1989, pelo Dr. Claudio Luiz Lottenberg, possui oito unidades espalhadas pela cidade de São Paulo.

Para os pacientes de Perdizes, temos uma Clínica Oftalmológica localizada na Avenida Francisco Matarazzo, 404, conjunto 1002. Já para quem mora na Zona Norte, oferecemos a Unidade Santana, localizada na Rua Alfredo Pujol, 285, conjunto 81.

Dotada de infra-estrutura humana e tecnológica capaz de responder às mais diferentes e complexas doenças oculares, a Lotten Eyes vem ao longo dos anos expandindo suas competências e, ao mesmo tempo, buscando descentralizar seu atendimento, abrangendo as diferentes regiões da cidade de São Paulo.

Contamos com projetos de parceria com diversas empresas, disponibilizando valores e parcelamentos diferenciados em cirurgias e procedimentos.

Nossa equipe está sempre inovando para melhor atender os nossos clientes, colaboradores, fornecedores e parceiros.

Para mais informações, visite o nosso site da Lotten Eyes.

Venha nos conhecer!

Atenciosamente,

Dra. Karen Traiman Coji – Diretora da Unidade Perdizes

Dr. Rodrigo Amaral – Médico responsável da  Unidade Santana

Conjuntivite: dicas sobre cuidados e transmissão

30 mai 2011 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Conjuntivite

A conjuntivite é um processo inflamatório nos olhos que demanda alguns cuidados quanto à transmissão e o tratamento desta doença ocular. Saiba algumas dicas abaixo:

SE VOCÊ ESTÁ COM CONJUNTIVITE

  • A conjuntivite viral pode levar de uma até três semanas em média para se resolver completamente.
  • A transmissão da conjuntivite se dá pelo CONTATO, com a secreção ou lágrimas. Por isso, não se deve nunca colocar a mão nos olhos.
  • Cuidado para não deixar a casa contaminada. Atenção para não pegar em maçanetas, controles-remotos, teclados, etc. antes de lavar as mãos.
  • Ande sempre com lenços de papel para secar ou limpar os olhos e jogue-os fora após o uso. Não guarde os lenços contaminados no bolso para reutilização.
  • Lave sempre as mãos ou use álcool em gel se colocar a mão nos olhos.
  • Não use lentes de contato ou maquiagem na região dos olhos enquanto eles ainda estiverem vermelhos ou irritados.
  • Separe sua toalha de rosto e travesseiro, de preferência troque a fronha e a toalha todos os dias.
  • Use apenas o colírio indicado pelo seu médico oftalmologista e água filtrada ou tratada.
  • Faça compressas frias várias vezes por dia e lave o rosto e os olhos com água gelada sempre que possível.
  • Em caso de baixa de visão, procure novamente seu oftalmologista.

SE VOCÊ ESTÁ PERTO DE ALGUÉM COM CONJUNTIVITE

  • Não existe remédio para prevenir a conjuntivite.
  • Não coloque a mão nos seus olhos NUNCA. O vírus não vai voar e alcançá-los sozinho.
  • Não divida toalhas, travesseiros ou qualquer objeto que possa estar contaminado.
  • A qualquer sinal de olho vermelho ou irritado, procure seu oftalmologista.

Dr. Hallim Feres Neto – Médico Oftalmologista

Retinoblastoma: O que é?

23 mai 2011 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Retinoblastoma

Retinoblastoma é o câncer ocular mais comum da infância. Ele ocorre nas células da retina que se localizam no fundo do olho. Acomete bebês entre 06 e 24 meses, apesar de aparecer em idades mais precoces, ou então mais tardias. É um tumor raro, ocorre em 01 entre 15 mil crianças, e estima-se que afeta de 250 a 300 crianças a cada ano nos Estados Unidos. No mundo, aproximadamente 5 mil crianças são acometidas por ano.

O retinoblastoma afeta igualmente meninos e meninas, de todas as raças. A doença afeta apenas um olho, em 70% dos casos, e ambos os olhos em 30% das crianças. Em algumas situações, há uma história familiar em um parente ou mesmo os próprios pais já foram acometidos. Mas na maioria dos casos não há outro membro da família que tenha o tumor.

A causa do retinoblastoma é desconhecida. Não parece estar relacionada à nutrição, tabagismo, ingestão de bebidas alcoólicas ou qualquer outra doença materna na gravidez. Não está relacionada, também, a toxinas do ambiente. O tumor pode surgir em uma criança saudável, que tenha nascido com boas condições de saúde.

O retinoblastoma surge de uma célula única da retina doente e é invisível no início do desenvolvimento. Mais tarde, uma pequena lesão branca é observada na retina, mas não é visível aos pais e também não afeta a criança nesta fase. Com o passar do tempo, o tumor cresce e forma uma lesão branca vascularizada, o que leva a baixa de visão e pode se manifestar por um desvio nos olhos (estrabismo) ou então num reflexo branco da pupila, conhecido como leucocoria. Outras doenças também podem causar a leucocoria. Portanto, nem sempre é indicativo do retinoblastoma.

Uma vez que há a suspeita de retinoblastoma, é necessário realizar uma avaliação oftalmológica completa, sob dilatação da pupila, que inclui o exame de fundo de olho. É necessária, também, uma avaliação clínica feita pelo pediatra ou oncopediatra, que inclui: exame físico, tomografia ou ressonância cerebral e de órbitas, exames de sangue, análise da medula óssea, entre outros, com o objetivo de detectar sinais de câncer que possa ter espalhado pelo organismo da criança.

O diagnóstico é feito pelo exame clínico, seguido de estadiamento através do exame sob narcose. O exame de ultrassom ocular confirma o diagnóstico do retinoblastoma e determina sua espessura ou altura.

A escolha do tratamento é individualizada para cada criança e vai depender da avaliação médica, do tamanho da lesão, da localização, da idade, se o olho contralateral também está comprometido e das condições sistêmicas. Os tratamentos disponíveis são: quimiorredução, radioterapia com placa, radioterapia com feixe externo, enucleação, termoterapia, fotocoagulação com laser e crioterapia. O principal objetivo do tratamento é salvar a vida da criança, assim como manter a estrutura do olho, preservar a visão e também manter o aspecto estético do olho.

Para qualquer doença ocular, o diagnóstico precoce e o tratamento realizado no melhor momento, por um oftalmologista experiente, é a melhor abordagem. É importante trazer a criança no primeiro ano de vida para uma consulta oftalmológica de rotina, para detectar alterações que são relativamente comuns, como erros refrativos (miopia, hipermetropia ou astigmatismo), estrabismo, ambliopia (visão preguiçosa), alterações do canal da lágrima e, muito raramente, um tumor ocular.

Dra. Erika Yasaki – Especialista em Retina

Dra. Claudia Faria – Oftalmopediatra

Oftalmopatia de Graves: saiba o que é

12 mai 2011 por Lotten Eyes    2 Comentários    Postado em: Oftalmopatia de Graves

Oftalmopatia de Graves (OG) é a alteração da órbita provocada por uma doença da glândula tireóide, na maioria das vezes o hipertireoidismo. A presença do hipertireoidismo é um importante fator para o surgimento da doença ocular, mas existem outros que também estão ligados ao desencadeamento dessas alterações, como o stress e o fumo. Aliás, este último é um fator responsável tanto para a piora do quadro ocular, como da falha na resposta ao tratamento clínico.

A Oftalmopatia de Graves caracteriza-se por um deslocamento do globo ocular para frente (chamado de proptose) de um ou dos dois olhos. Isso ocorre devido a um aumento dos músculos oculares, que se tornam mais espessos, mas pode também ser causado por um acúmulo anormal de gordura na porção orbitária atrás dos olhos. Como a órbita é uma caixa óssea que não se distende, esse aumento do músculo e/ou da gordura provoca o deslocamento do globo ocular para fora. Essa é a alteração mais frequente, em menor ou maior grau, e que pode ser acompanhada por retração ou um leve edema da pálpebra superior, desconforto atrás do olho na forma de dor ou peso, lacrimejamento e/ou sintomas de olho seco. Nos casos mais graves, além de todos esses acima, ainda pode surgir diplopia (“visão dupla”), úlcera de córnea e baixa de visão.

O diagnóstico da OG é realizado através de exames laboratoriais e de imagem, quando necessários. A dosagem de hormônios da tireóide e de anticorpos relacionados a ela ajuda no diagnóstico da doença tireoidiana. Usualmente o T4 está elevado e o TSH está baixo. Os anticorpos anti-tireoperoxidase, anti-tireoglobulina e TRAB (anticorpo anti-receptor de tireoglobulina) estão elevados. Embora não seja tão frequente, alguns casos de OG podem cursar com hipotireoidismo e em outros os exames podem estar normais. Ou seja, os sintomas oculares precedem o aparecimento da doença da tireóide.

O desenvolvimento dos exames de imagem facilitou nosso entendimento da evolução da doença e contribuiu para o estadiamento e planejamento do tratamento. Um dos métodos mais simples, baratos e com bons resultados quando executado por profissionais especializados é a ultrassonografia de órbita. Além de detectar a presença do espessamento do músculo, ela avalia se há ou não inflamação no mesmo.

A tomografia é um exame mais complexo e envolve o uso de radiação. Portanto, não está indicado para todos os pacientes. Além de medir o espessamento dos músculos, a tomografia avalia a posição do globo ocular e do nervo óptico, enquanto que a ressonância fornece informação mais detalhada dessas estruturas e tem ajudado a estadiar a fase em que se encontra a doença.

O tratamento da OG deve ser sempre em conjunto. Cabe ao oftalmologista e ao endocrinologista, em conjunto, a escolha do melhor tratamento.

O tratamento é direcionado primeiro para o controle endocrinológico, através do uso de medicações, do iodo radioativo ou mesmo a completa remoção da glândula tireóide.

Na maioria dos casos de OG, o uso de lubrificantes oculares (colírio ou gel) para o olho seco é o único tratamento necessário para as pequenas alterações da superfície ocular. O tratamento é direcionado se há inflamação ou não na órbita. Reservamos o tratamento cirúrgico para os casos em que não houver melhora do quadro ocular com o tratamento clínico.

Dr. Luis Paves

Médico Oftalmologista

Claudio Lottenberg: uma mensagem do doutor

14 abr 2011 por Lotten Eyes    4 Comentários    Postado em: Notícias

Data: 18/4/2008
É com imenso orgulho e prazer que escrevo pela primeira vez neste espaço. Uma ferramenta destinada a ajudar você, de maneira rápida e descomplicada, a compreender e atualizar-se sobre tudo o que podemos entender sobre esta importante especialidade da medicina chamada oftalmologia.
Durante toda minha vida trabalhei no sentido de ajudar as pessoas a terem uma vida mais saudável, seja através da minha especialidade, oftalmologia, ou através de outras ações que desenvolvo no âmbito pessoal e profissional.
Desde o inicio da minha carreira na área médica, considerei a relação médico-paciente fundamental. Cultivar estas relações entre eu, médico, e meus pacientes, sempre foi objetivo primordial da minha conduta profissional. Obviamente as tarefas do dia-dia nos impedem de realizar na sua plenitude aquilo que considero ideal nesta relação. Felizmente, os avanços tecnológicos nos permitem atingir de maneira superficial uma parte deste objetivo.
Continuo acreditando que o contato pessoal é fundamental. Mas tudo aquilo que podemos fazer no sentido de melhorar sua qualidade de vida e estreitar nossos laços pessoais é extremamente válido. Este espaço foi criado com este intuito.
Desde já agradeço sua atenção.
Forte Abraço,
Cláudio Lottenberg.

Consultas Oftalmológicas: veja a importância de realizar regularmente

31 mar 2011 por Lotten Eyes    9 Comentários    Postado em: Cuidados com a visão


Muito se questiona a respeito da necessidade e do melhor momento para se fazer uma consultaavaliação oftalmológica.

Ainda na infância, ajudados pelo médico pediatra, os pais devem obrigatoriamente prestar atenção no desenvolvimento ocular e tomar as devidas providências quando algum sinal anormal surge. Numa fase mais avançada, o menor necessita de avaliação pré-escolar e ainda consulta anualmente, quando já cursando os primeiros anos de educação formal. Portanto, cabe aos pais interagir com os pediatras e alinhar avaliações de acordo com conhecimento adquirido.

Os jovens já são mais orientados e para estes os sintomas passam a ser uma prerrogativa que os motiva a procurar um médico. Nas fases de maturidade, uma atenção maior deve ser dada em função de possíveis problemas ligados ao Glaucoma, que é uma doença degenerativa do nervo óptico e que leva a cegueira irreversível, podendo ou não cursar com pressão intraocular elevada.

Em minha clínica oftalmologica diáriamente vários são os pacientes submetidos a cirurgias refrativas, isto é, procedimentos que por meio de laser fazem a correção de grau. Nestes casos, no pós- operatório são prescritos colírios a base de corticóide e mesmo que temporariamente estes têm efeitos colaterais indesejáveis, podendo levar ao glaucoma e à catarata. Uma vez findado o período válido para a prescrição dos colírios, o uso deve ser eliminado e em momento algum estas medicações devem voltar a serem utilizadas sem orientação médica. Portanto, colírio é um nome genérico de um veículo de instilação médica mentosa ocular e que só pode ser usado se acompanhado por médico oftalmologista.

Temos recomendado aos nossos pacientes que façam seus retornos de consulta de maneira regular. No período mais precoce as consultas devem ocorrer mensalmente, sendo que em fases mais avançadas fica a critério médico determinar a frequência dessas consultas. Entretanto, um paciente submetido a um procedimento cirúrgico ocular, seja ele da natureza que for, deve ser revisto pelo menos entre uma e duas vezes ao ano. Muitas vezes vemos que isso não ocorre e, portanto, é vital que os pacientes sejam muito zelosos no sentido de conciliar suas agendas com o cuidado a saúde dos olhos.

Dr. Claudio Lottenberg

Conjuntivite: São Paulo vive surto e fica em alerta

21 mar 2011 por Lotten Eyes    1 Comentário     Postado em: Notícias

A capital paulista está passando por uma epidemia de conjuntivite viral desde o mês passado. De acordo com informações do Centro de Controle de Doenças (CCD) da Prefeitura, em 45 dias foram registrados 50.405 casos da doença na cidade. Mas esse número pode ser ainda maior, já que muitas pessoas não procuram auxílio médico para tratar a conjuntivite. A epidemia foi decretada no Estado de São Paulo depois que surtos foram identificados no interior e se espalharam pelo litoral até chegar à capital. Segundo a Vigilância Epidemiológica do Estado, o surto começou em janeiro deste ano no oeste paulista, se propagou para as regiões litorâneas depois do Carnaval e se transformou em uma epidemia de origem viral.

Para se ter uma ideia da dimensão do problema, o pronto-socorro oftalmológico da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) está atendendo cerca de 400 casos da doença por dia – o esperado eram 60. No Hospital das Clínicas (HC) são ao menos 300 novos casos – o triplo do esperado para o período. Na Santa Casa, cerca de 70% dos 330 atendimentos diários são por causa da conjuntivite. No Beneficência Portuguesa, foram notificados 114 casos nos primeiros 15 dias deste mês.

A conjuntivite é uma doença cuja causa pode ser infecciosa, nesse caso ela costuma ser transmitida por vírus ou bactéria e pode ser contagiosa; alérgica, que costuma ocorrer em pessoas predispostas a alergias (como quem tem rinite ou bronquite, por exemplo), geralmente afetando os dois olhos, e não é contagiosa; e tóxica, que é causada por contato direto com algum agente tóxico, como colírios, produtos de limpeza, fumaça de cigarro, poluição do ar, sabão, sabonetes, spray, maquiagens, cloro e tintas para cabelo.

No caso da conjuntivite contagiosa, a transmissão da doença se dá pelo contato. Assim, estar em ambientes fechados com pessoas infectadas, o uso de objetos contaminados, contato direto com pessoas que estejam com a doença, ou até mesmo pela água da piscina são formas de se contrair a conjuntivite. Os casos desse surto em São Paulo foram associados à forma viral da doença, que é contagiosa e provoca coceira, vermelhidão e uma secreção aquosa nos olhos.

Para se prevenir da conjuntivite, é muito importante lavar as mãos com frequência. Para os que já estão com a doença, é fundamental tomar outros cuidados, como não colocar as mãos nos olhos para evitar a recontaminação e evitar coçá-los para diminuir a irritação na região, lavar as mãos antes e depois de aplicar algum medicamento, não encostar o frasco do medicamento nos olhos, além de suspender o uso de lentes de contato. E é imprescindível também que quem esteja com conjuntivite procure sempre um oftalmologista para o devido diagnóstico e tratamento.

“Saúde no Brasil, além de recursos, necessita melhor administração”

9 mar 2011 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: De olho na saúde

“Na verdade, o grande fator que faz a diferença na empregabilidade tecnológica é o capital humano, representado pelos médicos. O médico é quem atua na relação diária, é ele quem capta, indica e decide. Temos que fortalecer este elo e seria impróprio, um erro, imaginar o contrário. Não existe tecnologia que possa substituí-lo”, diz Claudio Lottenberg.

Acesse a matéria completa em: http://www.ibef.com.br/ibefnews/pdfs/153/pingpong.pdf

Retinopatia: saiba os riscos para a visão do diabético

16 fev 2011 por Lotten Eyes    3 Comentários    Postado em: Retinopatia

Diabetes é uma doença crônica que tem se tornado mais frequente com o envelhecimento da população e a adoção de hábitos de vida pouco saudáveis.

O olho é umas das estruturas do nosso organismo que sofre as consequências da diabetes, quando esta não é bem cuidada.

A retina é a região vascularizada do fundo do olho que pode apresentar hemorragias, alterações dos vasos e inchaço no centro da visão, o que vai gerar sintomas de baixa acuidade visual quando houver um comprometimento importante. Mas quando bem monitoradas, as alterações podem ser detectadas de forma precoce e passamos a cuidar delas mais de perto. Ou seja, uma consulta com um oftalmologista periodicamente deve fazer parte da rotina de uma pessoa que tem diabetes, mesmo sem nenhum sintoma na visão.

As alterações no fundo do olho devido ao diabetes são conhecidas como Retinopatia Diabética. Existem dois tipos:

Retinopatia diabética não proliferativa (RDNP): é a forma inicial da doença. É detectada quando os vasos do fundo do olho estão danificados, causando hemorragia e vazamento de líquido na retina, que é conhecido como Edema de Mácula Diabético. Muitos pacientes manifestam a forma leve ou moderada da RDNP e podem até não apresentar nenhum sintoma visual.

Retinopatia diabética proliferativa (RDP): apresenta grande risco de perda de visão. Ela é diagnosticada quando os vasos da retina ou do nervo óptico não conseguem trazer os nutrientes para o fundo do olho e, por consequência, há a formação de vasos anormais que causam o sangramento.

Os estágios inicias da Retinopatia Diabética normalmente não apresentam sintomas visuais. Somente o exame com a pupila dilatada pode detectar se há alguma alteração no fundo do olho antes mesmo que os sintomas apareçam. Quanto mais cedo forem tratadas as alterações, maiores serão as chances de preservar a visão. Os pacientes com diabetes devem realizar pelo menos um exame de fundo de olho por ano e, caso apresentem alguma alteração da Retinopatia Diabética, são necessárias consultas mais frequentes. Os sintomas (nos estágios moderado e avançado da doença) são: perda de visão central e periférica, vista embaçada e distorcida, além de manchas na visão.

O controle cuidadoso da diabetes deve ser feito com uma dieta adequada, uso de medicamentos hipoglicemiantes, insulina ou com uma combinação destes tratamentos, prescritos pelo médico endocrinologista e que são a principal forma de evitar a Retinopatia Diabética.

Os pacientes diabéticos têm uma maior predisposição de apresentar outras doenças oftalmológicas, como catarata, glaucoma, desvios oculares, doenças da córnea e susceptibilidade a infecções. Portanto, o acompanhamento periódico com o oftalmologista é importante para a prevenção, o controle e o tratamento de quem possui diabetes.

Dra. Erika Sayuri Yazaki, especialista em retina.

Dr. Claudio Lottenberg no “Marília Gabriela Entrevista”

14 fev 2011 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

No último domingo de Fevereiro, dia 13, o Dr. Claudio Lottenberg foi o convidado do programa “Marília Gabriela Entevista”, no canal GNT. A entrevista fez parte da programação dedicada à saúde durante o mês de fevereiro. Ao longo da conversa com a apresentadora, o Dr. Claudio falou de temas como o comando do Hospital Albert Einstein, a criação de um complexo hospitalar sustentável, o seu trabalho no período em que foi Secretário Municipal da saúde, e até a questão do aborto.

Veja no vídeo abaixo um trecho da entrevista:

Fonte: http://gnt.globo.com/mariliagabrielaentrevista/Noticias/Medico-fala-sobre-a-legalizacao-do-aborto-no–Marilia-Gabriela-Entrevista-.shtml
Se você quiser ver o programa na íntegra, ele será reapresentado pelo GNT nos seguintes horários:
Terça (15), às 22h30
Quarta (16), às 5h00, 10h30 e 14h00
Sábado (19), às 14h00

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