Preserve sua visão

10 jul 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Prevenir ou controlar as principais causas de cegueira é a melhor forma de enxergar bem pela vida toda. Veja quais são elas e como contorná-las

Catarata senil

É quando o cristalino, a lente natural do olho, fica opaco, levando à perda progressiva da visão.
A boa notícia é que o problema é reversível com cirurgia, já que é possível substituir o cristalino por uma lente que cumpre a mesma função.
A principal causa da catarata senil é, como o próprio nome sugere, o envelhecimento. Mas existem alguns fatores que aceleram seu aparecimento e podem ser prevenidos. Um dos principais é a radiação solar. Por isso, o melhor que você pode fazer pelos seus olhos é usar óculos escuros sempre, com proteção UV e de boa qualidade. Parar de fumar é outra atitude positiva, além de manter os níveis de açúcar sob controle, já que há indícios de que o diabetes contribua com o aparecimento da catarata.

Retinopatia diabética
Como o próprio nome sugere, os danos são relacionados ao diabetes, já que o excesso de açúcar no sangue agride os vasos sanguíneos do fundo do olho.
Segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), cerca de metade dos pacientes com diabetes desenvolvem algum grau de retinopatia diabética, sendo que eles apresentam um risco 30 vezes maior de cegueira do que os indivíduos que não sofrem da doença.
Além de manter as taxas de glicose sob controle, com adesão ao tratamento prescrito pelo endocrinologista, alimentação adequada e atividade física, quem tem diabetes também precisa fazer um acompanhamento periódico com um oftalmologista. Se necessário, ele pode prescrever medicamentos, tratamento à laser ou cirurgia.

Glaucoma
A doença é caracterizada por uma lesão no nervo óptico, que capta as imagens na retina e as transmite para o cérebro, onde são interpretadas.
A principal causa do problema é o aumento da pressão interna do olho, que, aos poucos, vai provocando o dano.
O envelhecimento, o diabetes, a hipertensão, a miopia, o histórico familiar de glaucoma (em pais, filhos ou irmãos), a etnia (latinos e afrodescendentes) predispõem à elevação. Por isso, quem faz parte deste grupo de risco ou tem mais de 40 anos deve consultar um oftalmologista e, se necessário, fazer um tratamento para controle da pressão intraocular.

Degeneração Macular Relacionada à Idade
O quadro, mais comum a partir dos 60 anos, consiste na degeneração da mácula, uma região da retina que é responsável pelo centro da visão.
De acordo com o CBO, a radiação solar, uma dieta rica em gorduras e o hábito de fumar podem favorecer a ocorrência da doença. Portanto, evitá-los é uma forma de prevenção.
Mesmo que a degeneração se manifeste, existem formas de desacelerar sua progressão, como suplementação com vitaminas, injeções de medicamentos e terapias à base de laser. Mas, é fundamental um acompanhamento rigoroso para que o médico possa intervir, logo que a evolua.

Doenças oftalmológicas na infância
Infecções, glaucoma congênito e retinopatia da prematuridade são as principais causas de cegueira na infância.
A prevenção, portanto, deve começar no pré-natal, já que doenças maternas, como rubéola, sífilis e toxoplasmose podem comprometer a visão do bebê.
Ao nascer, a criança também deve ser submetida a um exame oftalmológico. O teste do olhinho, realizado, de preferência, na maternidade, ajuda a detectar catarata e glaucoma congênitos, entre outros problemas. E identificá-los precocemente representa a oportunidade de tratá-los, antes que comprometam a visão.
Depois, o acompanhamento deve ser seguido conforme a orientação médica, além de consultas pontuais, diante de traumas nos olhos, manchas, lacrimejamento persistente, vermelhidão ou indícios de dificuldade visual.
Manter a carteira de vacinação em dia, não usar medicamentos nos olhos da criança sem prescrição médica e tomar cuidado com produtos químicos e objetos pontiagudos também protegem, e muito, a visão infantil.

Conjuntivite: cada tipo, uma doença

3 jul 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Conjuntivite

Diagnóstico certeiro

A duração do episódio, a quantidade de secreção e as características da inflamação ajudam o médico a identificar a origem exata do problema. E por que isso é importante? Para adequar o tratamento. “Crises virais COSTUMAM SER autolimitadas, ou seja, regridem de forma espontânea. A gente só ameniza os sintomas com compressas frias e colírios lubrificantes”, exemplifica o Dr. Hallim Feres Neto, oftalmologista da clínica Lotten Eyes, em São Paulo.

No entanto, há exceções em que o vírus é muito agressivo, chegando a provocar a formação de uma membrana nos olhos, que pode precisar ser retirada na clínica oftalmológica. Se não for bem tratada, a crise pode deixar uma cicatriz na córnea, desencadeando sequelas, como piora da visão e intolerância à claridade.

Já as infecções bacterianas requerem uso de antibiótico, que requer prescrição médica. Ou seja, nada de pegar emprestado o medicamento que um familiar ou amigo usou antes. Cada caso é um caso. E seguir a risca o tipo de remédio, os intervalos entre as doses e a duração de uso evita que a bactéria fique resistente, piorando a situação.

O mesmo vale para os anti-inflamatórios, às vezes recomendados pelos especialistas diante de alguns quadros específicos de conjuntivite. “Eles podem ser comprados sem receita, mas o uso inadequado é arriscado. Primeiro porque podem ter efeitos colaterais, predispondo ao glaucoma—uma doença grave, capaz de evoluir para cegueira—ou à catarata”, justifica o Dr. Hallim. “E segundo porque episódios provocados por alguns vírus, como o da herpes, costumam se agravar com o uso dessas substâncias”, complementa.

Já as conjuntivites alérgicas tendem a aparecer em quem já tem histórico de alergia respiratória, como as rinites. Os recursos terapêuticos incluem anti-histamínicos e anti-inflamatórios, também a critério do médico.

Conjuntivite

Glaucoma é diferente de hipertensão

3 jul 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Glaucoma

A doença ocular é causada, principalmente, pelo aumento da pressão—mas, dentro do olho, especificamente. Já a hipertensão é quando a pressão sobe no organismo todo. Entenda a diferença e a importância do check-up visual.
“Tenho hipertensão, logo, vou ter glaucoma”. “Tenho pressão alta no olho, então, tenho hipertensão”. A confusão entre os dois problemas é comum, mas, embora eles guardem alguma relação, trata-se de duas condições absolutamente distintas.
“O glaucoma é uma lesão no nervo óptico, responsável por captar a informação visual na retina e enviá-la ao cérebro, para que seja processada”, esclarece o Dr. Hallim Feres Neto, oftalmologista da clínica Lotten Eyes, em São Paulo.
A principal causa desse dano, segundo ele, é o aumento da pressão intraocular, que sobrecarrega o nervo óptico de forma progressiva, podendo evoluir para cegueira irreversível. Quando há sinais de prejuízo dessa estrutura, tem origem o quadro de glaucoma, propriamente dito.
Mas, afinal, por que a pressão dentro do olho aumenta? O personagem central dessa história é o humor aquoso, aquela substância que preenche e nutre estruturas oculares, como a córnea e o cristalino. “Em algumas situações, há um desequilíbrio entre a produção e a drenagem dele, ou seja, o corpo fabrica demais e elimina de menos. Isso faz com que o composto se acumule, exercendo maior pressão no interior do olho. E quem mais sofre com isso é o nervo óptico”, contextualiza o Dr. Hallim.
Por que acontece?
Há várias pesquisas científicas que correlacionam determinados fatores a um maior risco de a pressão intraocular subir, favorecendo o surgimento do glaucoma.
Pessoas com idade avançada, diabetes, hipertensão, miopia, histórico familiar de glaucoma (em pais, filhos ou irmãos), latinos e afrodescendentes são mais suscetíveis. Portanto, devem redobrar os cuidados.
Uma informação importante: a alteração da pressão intraocular, por si só, pode passar despercebida, já que, nem sempre, promove sintomas. Quando, eventualmente, aparecem incômodos como vermelhidão ou dor nos olhos e turvação da visão, pode ser tarde, com o glaucoma já instalado.
Prevenir é melhor
Detectar a pressão intraocular alta precocemente é uma oportunidade de controlá-la antes que prejudique o nervo óptico. E, se o problema não costuma dar sinais, o ideal é apostar em um check-up com um oftalmologista. Por isso, quem tem mais de 40 anos ou um dos fatores de risco deve agendar uma consulta com um especialista. Por meio de um exame simples, rápido e indolor, o médico consegue medir a pressão intraocular e, se necessário, prescrever um tratamento para mantê-la nos parâmetros da normalidade. “Existem medicamentos próprios para isso e até mesmo técnicas cirúrgicas minimamente invasivas, que visam diminuir a pressão no interior do olho”, conclui o Dr. Hallim

Glaucoma é diferente de hipertensão

Lente de contato sob medida

15 jun 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Lentes de Contato

Lente de contato sob medida

Acertar na escolha é importante não apenas para o seu conforto, mas também para a prevenção de complicações sérias, capazes de levar à perda de visão. Entenda

Além do tipo e do grau de disfunção visual, a escolha de uma lente de contato também deve considerar a curvatura e o tamanho dos seus olhos. Isso porque, quando o encaixe não é perfeito, existe risco de atrito ou de a lente ficar justa demais, comprometendo a oxigenação ocular. O resultado pode ser grave: uma lesão na córnea, aquele tecido fino e transparente, que tem papel preponderante na formação das imagens. Portanto, em casos extremos, o problema pode evoluir para cegueira.

Por isso, tenha em mente que não é seguro optar por uma lente daquelas descartáveis, de tamanho único, sem conversar com um oftalmologista antes. É fundamental passar por uma consulta com seu médico, que fará a medição da córnea, indicando o formato correto.

Mesmo se você já faz uso de lentes de contato, é superválido passar por uma reavaliação para checar se está tudo em ordem. Caso apresente sintomas de que o acessório está inadequado, essa precaução se torna ainda mais urgente. Veja quais são os principais indícios:

Coceira
-Vermelhidão
-Lacrimejamento frequente
-Presença de secreção
-Ardência
-Sensação de que há algo estranho nos seus olhos
-Embaçamento
-Dor
-Inchaço

Lentes de contato sob medida

4 dicas para amenizar os olhos inchados

6 fev 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Cuidados com a visão

Seja por noites mal dormidas, lágrimas ou até mesmo excesso de bebida, os olhos inchados transmitem uma imagem de cansaço que não nos favorece em nada. Se esse problema faz parte da sua rotina, acompanhe as dicas abaixo:

1) USE GELO OU COLHERES GELADAS NA REGIÃO

Separe dois cubos de gelo, envolva-os em um pano e pressione levemente um em cada olho, por alguns minutos. Outra alternativa é colocar duas colheres de sopa bem-lavadas no congelador por alguns minutos e, em seguida, aplicá-las na região.

2) RECORRA AOS PRODUTOS ESPECÍFICOS

Alguns produtos para a região dos olhos – com cafeína, retinol, vitamina C ou ácido hialurônico – atenuam as olheiras e as bolsas desagradáveis que ficam na região abaixo dos olhos. Essas substâncias estimulam a circulação sanguínea do local, clareando os pigmentos escuros e diminuindo o acúmulo de líquidos. Consulte seu médico!

3) MASSAGEIE A ÁREA

Dar tapinhas leves com a ponta dos dedos na região é algo prático que também é indicado para ajudar a reduzir o acúmulo de fluidos responsáveis pelo aparecimento do inchaço.

4) UTILIZE ÁGUA MICELAR OU TERMAL

Esses produtos possuem características que acalmam a pele, além de purificar, suavizar e reequilibrar a cútis, proporcionando uma aparente melhora no inchaço dos olhos.

Conheça melhor a conjuntivite e os tipos mais conhecidos

11 jan 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Conjuntivite

A conjuntivite é um processo inflamatório da membrana transparente e precisa de alguns cuidados no tratamento e para não transmitir. Mas você sabia que existe mais de um tipo? As mais conhecidas são: alérgica, viral, bacteriana e fúngica.

As mais comuns são a viral e a bacteriana, pois sua transmissão é muito fácil entre as pessoas. Em seguida, a mais comum é a conjuntivite alérgica, porém não é transmissível entre as pessoas.

Conjuntivite viral

Geralmente é causada pelo vírus conhecido como adenovírus, pode ser acompanhada de febre e outros sintomas semelhantes ao resfriado comum. Ela é transmissível e infecta por meio de secreções oculares. Se a pessoa contaminada encostar nos olhos e tocar em algum objeto, depois uma outra pessoa utilizar o mesmo objeto, ela pode ser infectada; mas nunca é transmitida pelo ar.

Esse tipo de conjuntivite começa em um olho e acaba sendo transmitida para o outro em dois dias, mas geralmente é curada sozinha – entre sete e dez dias. O médico pode indicar um colírio para apenas diminuir a irritação.

Conjuntivite bacteriana

Bem menos comum que a viral, a conjuntivite bacteriana, como o nome já diz, é ocasionada por bactérias. Sua transmissão é através de contato entre secreções contaminadas.

Mesmo que a conjuntivite ocorra nos olhos, a secreção pode ser encontrada em toda a pele. Assim como na conjuntivite viral, a transmissão é pelo contato. Para tratar o problema é utilizado colírio com antibiótico em sua composição, seguindo a prescrição médica.

Conjuntivite alérgica

Ocorre quando entramos em contato com alguma substância irritante para o organismo ou quando o contato é direto com os olhos. As mais comuns são: pelos de animais, pó, pólen, mofo, dentre outras coisas.

A conjuntivite alérgica não é transmissível, por isso não precisa se ter o cuidado com o contato de objetos compartilhados.

Conjuntivite fúngica

Ocorre raramente, já que para acontecer a pessoa precisa entrar em contato com fungos. Geralmente acontece quando há trauma ocular com madeira, ou quando há contaminação de lentes de contato.

Para determinar o tratamento é preciso primeiro identificar o fungo em laboratório.

A melhor maneira de prevenir é ter cuidado adequado das lentes de contato, caso utilizar, e higiene tanto no local de trabalho quanto em casa.

Conjuntivite gonocócica

A conjuntivite gonocócica é causada pela bactéria gonococo, sendo um tipo de doença sexualmente transmissível e ocorre geralmente durante o parto.

Seu tratamento é com antibióticos sistêmicos e oculares, e deve ser tratada com urgência, já que a infecção gonocócica penetra no olho íntegro e pode destruí-lo.

Conjuntivite de inclusão

Afeta geralmente jovens sexualmente ativos, mas pode ser transmitida também por piscinas contaminadas. A conjuntivite de inclusão é causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, um sorotipo D-K, quando se tem contato sexual com uma pessoa que possui infecção genital.

Para o tratamento da doença deve ser usado antibiótico via oral , receitado pelo seu médico. Os parceiros sexuais também devem realizar o tratamento.

Em todos os casos o oftalmologista deve ser consultado, já que ele é o especialista. Ele é quem vai diagnosticar qual tipo de conjuntivite e qual é o melhor tratamento para você.

Visão na infância: a importância do teste do olhinho

8 nov 2017 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Cuidados com a visão, De olho na saúde

Assim como o teste do pezinho, o teste do olhinho é simples e rápido. Um exame também chamado de teste do reflexo vermelho, essencial para a avaliação da visão do bebê, deve ser feito até o trigésimo dia de nascimento da criança, entretanto, é preferível que seja realizado antes mesmo da alta médica.

Por meio do teste, que dura em média três minutos, o médico irá observar o reflexo das pupilas do bebê. O reflexo de uma visão normal é homogêneo, simétrico e tem coloração avermelhada, o que significa que o eixo óptico está livre para a entrada e a saída de luz através da pupila.

Porém, caso o reflexo não seja vermelho ou o responsável pelo exame esteja em dúvida sobre os resultados, só um oftalmologista poderá realizar um diagnóstico.

Além disso, o teste do olhinho também diagnostica diversas doenças. Conheça algumas delas:

●     Catarata Congênita: esta é a principal causa de cegueira na infância e está frequentemente associada a doenças genéticas, tais como galactosemia e sÍndrome de down.

●     Glaucoma Congênito: doença caracterizada pelo aumento da pressão intraocular. Normalmente, a criança com glaucoma congênito perde o brilho da região da íris e desenvolve um aumento do volume do globo ocular.

●     Retinopatia da Prematuridade: neste caso, ocorre uma proliferação anormal de vasos sanguíneos da retina, atingindo principalmente bebês prematuros.

●     Retinoblastoma: é um tumor maligno no olho muito comum na infância, causado por uma mutação.

Tirou as suas dúvidas sobre o teste do olhinho? Converse com o pediatra do seu bebê e exija este exame tão importante. 

Primavera: a estação das flores também exige cuidados especiais com a visão

17 ago 2017 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Cuidados com a visão, De olho na saúde

A primavera chegou e trouxe com ela toda sua cor, com flores que dão vida e alegria a todos os lugares. Mas a estação mais bonita do ano também traz consigo a necessidade de alguns cuidados extras com a saúde dos olhos.

Por conta da liberação do pólen das árvores e plantas, a estação propicia o aparecimento de alergias oculares, principalmente em pessoas que já têm histórico de asma, rinite e dermatites. Mas com alguns cuidados é possível evitar prejuízos à visão, para que você possa aproveitar a primavera por completo. Confiras quais são eles:

  • Mantenha as mãos limpas

Essa é uma das principais dicas sempre que se fala sobre a saúde dos olhos. Isso porque, sem percebermos, acabamos coçando os olhos várias vezes por dia, e é aí que mora o perigo caso estejam contaminadas. Por isso, mantenha suas mãos sempre higienizadas (se possível, com álcool em gel).

  • Evite outros alérgenos

Além de pólen, fumaça e poluição, alguns cosméticos e produtos químicos também contribuem para o surgimento das alergias oculares. Neste caso, o ideal é evitar contato com essas substâncias.

  • Mantenha a casa limpa adequadamente

Na hora de limpar a casa, alguns cuidados são fundamentais para evitar as alergias, principalmente na primavera. Para isso, mantenha os ambientes arejados por pelo menos algumas horas do dia e evite usar vassouras na hora da limpeza. O recomendado é optar pelo pano molhado, que irá tirar a sujeita sem levantá-la.

  • Lave os cílios

Para ajudar a eliminar partículas que possam chegar a ter contato com os olhos ao longo do dia, o ideal é lavar os cílios com água, ou até xampu neutro e hipoalergênico. Isso reduz os riscos de irritação nos olhos.

  • Use óculos de sol

Quando estiver em ambientes abertos, não se esqueça dos óculos escuros com proteção UV adequada. Além de lhe protegerem do pólen e de partículas de poeira que possam cair nos olhos, eles ainda ajudam a prevenir diversas doenças oculares, como a catarata.

Gostou das dicas? Agora basta seguir todas elas e aproveitar os belos dias de primavera por completo. E lembre-se: além desses cuidados, é muito importante visitar um oftalmologista regularmente. Aproveite que tem sempre uma Lotten Eyes pertinho de você e agende sua consulta:www.lotteneyes.com.br/unidades

Saúde dos olhos: qual foi a última vez que você visitou um oftalmologista?

25 jul 2017 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: saúde

Os olhos são os principais responsáveis pelo nosso contato com o mundo externo, mas para manter nossa visão saudável, livre de alergias, infecções e doenças oculares que, inclusive, pode levar à cegueira, é indispensável tomar alguns cuidados. Veja a lista de atitudes que vão te ajudar a preservar a saúde da sua visão:

  • Visite um oftalmologista regularmente

Consultas de rotina, ao menos uma vez ao ano, são fundamentas para diagnosticar doenças silenciosas, como o glaucoma, que pode levar à cegueira.

  • Durma no mínimo 8 horas por dia

O sono influencia diretamente no cansaço do corpo e dos olhos. Por isso, dormir menos de oito horas por dia pode causar vermelhidão ocular, vista cansada e inchaços.

  • Tenha uma alimentação balanceada e saudável

Hábitos alimentares saudáveis também te ajudam a enxergar melhor. A ingestão de vegetais verdes escuros e de peixes, por exemplo, é indicada pois conta com vitaminas benéficas para a retina.

  • Evite coçar os olhos

O ato de coçar os olhos constantemente, além de machucar, também pode contaminar os olhos e causar deformidades na córnea.

  • Não se esqueça dos óculos escuros

Óculos com proteção UV devem ser usados sempre, mesmo na aparente ausência do sol. Isso porque a luz ultravioleta, presente inclusive em dias nublados, é prejudicial às células da retina. Além disso, também pode provocar catarata precoce e o desenvolvimento de doenças degenerativas de retina.

  • Se precisa de óculos de grau, não deixe de usá-los

Usar seus óculos de grau de acordo com a necessidade é muito importante para evitar problemas oculares ainda maiores, além de incômodos, como dores de cabeça e cansaço das vistas.

  • Não descuide durante o tempo seco

A baixa umidade do ar pode causar irritação, ardência e vermelhidão ocular. Por isso, ventiladores e ar condicionados devem ser evitados, pois ressecam ainda mais a região.

Gostou das dicas? Com alguns hábitos de vida você garante mais qualidade e conforto para sua visão e também para a visão de quem você ama. Mora em São Paulo e está à procura de um oftalmologista de confiança? Na Lotten Eyes você tem acesso ao melhor atendimento, feito por profissionais renomados, capazes de responder às mais complexas doenças oculares. Acesse: http://www.lotteneyes.com.br/unidades/

Diabetes: abra os olhos para a saúde da sua visão

22 jun 2017 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Diabetes

O diabetes é uma doença crônica que pode ocorrer por diversos motivos – inclusive genéticos – e que tem se tornado mais frequente também por conta do estilo de vida sedentário e hábitos alimentares pouco saudáveis.

Um problema que exige acompanhamento regular por trazer  alterações e  em praticamente todos vasos do organismo como coração, cérebro e olhos.

Uma das complicações mais frequentes na visão é a retinopatia diabética, uma lesão nos olhos que pode levar à cegueira permanente. Essa complicação apresenta forma branda e sem sintomas nas suas fases iniciais. Por isso, o exame do fundo de olho é importante para avaliar e classificar as formas e estágios da doença. Entretanto, se a diabetes não tiver controle adequado, pode evoluir para estágios mais graves da doença – a retinopatia diabética proliferativa. Nesta retinopatia há grande comprometimento da visão e pode resultar em hemorragia, descolamento da retina, formação de membranas opacas e neovascularização da íris.

Com a progressão para as formas mais graves da doença podem surgir temidas complicações como o glaucoma neovascular  - caracterizado pelo aumento da pressão interna dos olhos – que é de difícil controle e também pode levar à cegueira irreversível.

Além disso, a diabetes pode antecipar o surgimento da catarata – quando o cristalino do olho se torna opaco e deixa a visão embaçada.

Portanto, todo diabético deve ter uma atenção especial aos olhos. O exame preventivo e a abordagem precoce do paciente são fundamentais para uma boa saúde ocular. Visite seu oftalmologista regularmente e certifique-se sempre de que a glicose está sob controle. E sem grandes variações ao longo do dia. Assim, você se evitará inesperadas complicações, além de poder conviver com o problema de maneira saudável.

Fonte Retina e Vítreo – Conselho Brasileiro de Oftalmologia

Kanski – Oftalmologia Clínica 7 edição

Revisão: Dr. Diego Monteiro Verginassi

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