6 ilusões de ótica incríveis

1 fev 2012 por Lotten Eyes    4 Comentários    Postado em: Curiosidades

É oficial: não dá pra acreditar 100% no nosso cérebro. Ilusões de ótica como as listadas abaixo são criadas pela forma como o olho forma imagens e percebe cores, mas também se devem a “tilts” do cérebro. Há ainda as brincadeiras geométricas e os truques de perspectiva que enganam nossos olhos e a nossa mente.

A SUPER tem o especial “As Melhores Ilusões de Ótica De Todos Os Tempos”, você já conhece? Ele foi lançado ano passado, então não está mais à venda em bancas e livrarias, mas sempre há como buscar essas publicações em bancas mais “robustas” ou em sebos. As melhores da revista, você também pode ver aqui.

1. Não acredite nas cores

ilusao1Acredite: nesta espiral, o “verde” e o “azul” são a mesma cor. O que acontece é que o nosso olho percebe as cores uma em relação às outras. Como as listras são muito fininhas, essa comparação “confunde” o tom de verde.

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Como agir corretamente com um deficiente visual

31 jan 2012 por Lotten Eyes    Sem Comentários    Postado em: Curiosidades

O Instituto Benjamin Constant, a mais antiga instituição de educação para cegos do País e que mantém um curso de especialização em Oftalmologia credenciado pelo CBO, publicou material importante que visa diminuir a insegurança das pessoas que mantém contato com portadores de deficiência visual, seja de forma ocasional ou regular.

Deficiência Visual

A lista que segue abaixo, com o título? Cuidados no relacionamento com pessoas cegas?, é uma espécie de código de etiqueta no qual a relação com as pessoas portadoras de deficiência visual, recebe uma orientação básica, desenhada pelo negativo, dizendo o que não se deve fazer no contato com o deficiente visual. Define-se, em linhas gerais, um modo de tratamento adequado às interações das quais ele participa.

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LENTES DE CONTATO

20 jan 2012 por Lotten Eyes    2 Comentários    Postado em: Lentes de Contato

Em virtude do crescimento de métodos avançados para correção da visão  e de novas tecnologias para o seu manuseio e manutenção as lentes de  contato têm suas indicações expandidas,  elas  são  especialmente  eficazes  em  certas  profissões e atividades e são desejáveis por razões corretivas e estéticas.

Lentes de Contato

As indicações incluem miopia, hipermetropia, alguns tipos de astigmatismo, presbiopia, ceratocone, correções estéticas, entre outros.

As contra indicações absolutas ou relativas incluem condições alérgicas e inflamatórias como infecções na córnea, excesso anormal de lágrimas, exoftalmia grave, pterígio, neoplasias conjuntivais ou de córnea ou outras alterações locais.

Todos os candidatos potenciais devem ser cuidadosamente examinados por um oftalmologista, pois há muitas pessoas para quem as lentes de contato não são recomendadas.

O uso inadequado de lentes de contato, técnica incorreta de aplicação ou remoção das lentes interferem no conforto e na fisiologia ocular,  como pode causar escoriações e úlceras corneanas, e insuficiente circulação lacrimal sob as lentes.

Embora as vantagens superem as desvantagens, precauções e garantias devem ser entendidas por todos e não somente o usuário de lentes de contato.

BENEFÍCIOS

  • Excelente opção para os olhos.
  • Maior campo visual em relação aos óculos.
  • Excelente acuidade visual.
  • Ideal para a prática de esportes, reuniões, eventos, etc.
  • Mais liberdade para certas atividades profissionais.
  • Máximo conforto.
  • Melhor saúde ocular devido à maior freqüência de troca.
  • Maior higiene pela reposição freqüente das lentes.
  • Maior conveniência em caso de perda ou rasgo da lente.
  • Visual “mais jovem” para o usuário.

Orientações

  • Lavar bem as mãos antes de tocar as lentes, aplicá-las ou removê-las;
  • Manter mãos e unhas sempre limpas e curtas e com esmalte discreto;
  • Para prevenir confusões, manusear primeiro sempre a lente direita, evitando assim a troca das mesmas;
  • Limpe as lentes somente com a solução recomendada estéril;
  • Respeitar o tempo prescrito pelo Oftalmologista sobre o tempo que pode ficar com as lentes e a validade das lentes;
  • Limpar semanalmente o estojo de conservação em água e sabão (usar uma escovinha). Recomenda-se que o mesmo seja trocado a cada três meses;
  • Nunca utilize água de torneira;
  • Quando estiver com algum tipo de infecção não usar lentes evitando assim que a lente fique contaminada;
  • As lentes são fabricadas em grande diversidade de tipos, matéria prima,sistema de produção e elaboração de parâmetros. Seu descarte pode ser diário, semanal, quinzenal.

Lembre se A decisão quanto ao tipo de lente e descarte deve ser tomada juntamente com o especialista em lentes de contato que, com a análise da receita médica, avaliação das medidas do olho, perfil do cliente e teste prático,selecionará a lente mais adequada.

Em 10 minutos cirurgia corrige miopia

16 jan 2012 por Lotten Eyes    Sem Comentários    Postado em: Notícias

Dr. Cláudio Lottenberg, oftalmologista e presidente do Hospital Albert Einstein, demonstra as duas técnicas cirúrgicas para correção de grau e discute seus benefícios e riscos.

Fonte: Veja – Saúde

Catarata: lentes e suas tecnologias

31 out 2011 por Lotten Eyes    4 Comentários    Postado em: Catarata

A catarata caracteriza-se como um quadro no qual o cristalino natural torna-se opaco, prejudicando a qualidade da imagem que é transmitida ao interior dos olhos.

Diante desta condição, este cristalino deve ser removido e substituído por um cristalino artificial que é a lente intra-ocular.

No momento em que ocorre a remoção cirúrgica do cristalino a sua substituição é feita por este implante e na dependência de suas características poderão ter melhores ou piores resultados em relação à multifocalidade. Isto significa dizer que pelas tecnologias atuais existem alternativas que podem ajudar o paciente a ter visão útil tanto para longe quanto para perto. Neste sentido, as lentes são classificadas como de dois tipos: as monofocais e as multifocais.

As lentes monofocais ofertam visão que traz nitidez para uma distancia fixa. As lentes multifocais pelas características de sua construção trazem a possibilidade que esta nitidez seja melhor em diferentes distancias. Evidentemente que cada caso é um caso, sendo que hoje existem alternativas de misturarem-se os dois tipos de lentes e o fato é que tudo visa maior conforto por parte do paciente.

Recomendo que o paciente sempre converse longamente com seu médico oftalmologista e tirem sempre todas as dúvidas para que possa entender não somente os ganhos, mas principalmente as limitações destas lentes intra-oculares.

Abraços,

Claudio Luiz Lottenberg
CRM-SP: 49.892

Programa Bem-Estar: Dr Claudio Lottenberg dará entrevista nessa quinta-feira

4 out 2011 por Lotten Eyes    11 Comentários    Postado em: Notícias

O Programa Bem-Estar, da Rede Globo, receberá o Dr. Claudio Lottenberg nesta quinta-feira(06/10) a partir das 10h00.

O Dr. Claudio Lottenberg já esteve outras vezes no programa abordando os principais assuntos relacionados a visão, e dessa vez o tema será sobre a higiene e o cuidado com os olhos que todos devem ter no dia-a-dia. Essas dicas serão de extrema importância para toda a população, pois esses pequenos cuidados podem evitar o surgimento de infecções, entre outros.

Não perca o Programa Bem-Estar desta quinta-feira!

Blefarite: o que é, quais os sintomas e como tratar

13 set 2011 por Lotten Eyes    73 Comentários    Postado em: Blefarite, Olho seco

Com a umidade relativa do ar em São Paulo tão baixa estes dias, as queixas de olho seco são muito frequentes, e em quem apresenta blefarite os sintomas costumam ser mais intensos.

A Blefarite é a alteração ocular mais comum no mundo, geralmente relacionada com a colonização exagerada das pálpebras por bactérias da flora normal da pele. Esta colonização é exacerbada na presença de aumento de oleosidade dessa região devido disfunções das glândulas de meibômio – que produzem a parte oleosa da lágrima.

Pode apresentar-se de diversas maneiras, como olho seco, conjuntivite, hordéolos e calázios, e em casos avançados  triquíase e até úlcera de córnea. Está intimamente ligada a alterações sistêmicas como rosácea, dermatite seborreica e síndrome de Sjögren.

Geralmente os pacientes apresentam queixas não específicas como irritação, lacrimejamento, sensação de areia nos olhos, coceira, pálpebras ou olhos vermelhos, alterações dos cílios, fotofobia e até dor e diminuição da visão. É uma doença crônica que alterna fases de piora com períodos assintomáticos. Nos casos avançados é comum ver alterações palpebrais devido as pequenas cicatrizem que se formam ao longo dos anos, podendo mudar a posição dos cílios e causando desconforto.

A base do tratamento é um comprometimento de longo prazo com a higiene palpebral. Compressas mornas seguidas de limpeza com uma mistura de água e shampoo neutro uso de pomadas antibióticas são usualmente usados. Algumas vezes há a necessidade de medicação oral por um certo período. Além disso o uso de lágrimas atificiais para mais conforto até a melhora do quadro, e também o tratamento das alterações sistêmicas relacionadas devem ser consideradas. Quem usa lente de contato deve ter mais atenção aos cuidados de higiene e armazenamento das lentes, uma vez que a uma chance maior de contaminação.

Apesar de trabalhoso o tratamento para a blefarite é simples. Disciplina do paciente é essencial para a melhora da qualidade vida. Por ser uma doença crônica é muito importante o acompanhamento periódico com um oftalmologista.

Dr. Hallim Feres Neto – Médico Oftalmologista

Neurite Óptica: saiba o que é e qual o tratamento adequado

29 ago 2011 por Lotten Eyes    17 Comentários    Postado em: Neurite Óptica

Neurite óptica (NO) é uma inflamação do nervo óptico que leva à diminuição – geralmente temporária – da visão. Muitos casos dessa doença estão associados ao aparecimento de outra, a Esclerose Múltipla. Porém, ela também pode ocorrer isoladamente. Nos casos onde há associação com Esclerose Múltipla, comumente a NO é a primeira manifestação dessa doença. Ocasionalmente, a NO pode ocorrer também após infecções envolvendo a órbita, os seios paranasais, ou infecções virais sistêmicas.

Sua incidência é maior em brancos do que em negros, além de afetar duas vezes mais mulheres do que homens. Geralmente aparece a primeira vez em adultos jovens, dos 20 aos 45 anos de idade. Há ainda casos em que afetam crianças – esses casos raramente progridem para Esclerose Múltipla. Estima-se que 75% das mulheres e 35% dos homens que apresentam o primeiro episódio de NO vão apresentar Esclerose Múltipla no futuro.

Pacientes com NO têm uma rápida perda da acuidade visual em um olho, e raramente nos dois olhos ao mesmo tempo. A queda visual pode ser discreta, em apenas uma parte do campo visual, ou até ocorrer a perda total da visão. Geralmente, a diminuição da visão está associada a uma dor retro orbitária durante a movimentação ocular e alteração da visão de cores. Também pode ocorrer queda de visão devido ao calor ou atividade física.

O diagnóstico da Neurite Óptica é realizado através do exame físico feito por um oftalmologista, exames laboratoriais,Campimetria VisualPotencial Evocado VisualRessonância Nuclear Magnética, que é também um instrumento importante para avaliar a existência ou a chance de se desenvolver Esclerose Múltipla.

Apesar de todos os estudos sobre esta doença, seu tratamento é atualmente controverso. Desse modo, desde a simples observação sem medicação, até a internação e o uso de medicação intravenosa podem ser o tratamento correto. A gravidade e o tempo de aparecimento dos sintomas vão direcionar o tratamento mais adequado. A melhora da visão é comumente gradual ao longo de algumas semanas. Porém, pode haver déficit residual, principalmente na visão de cores e de contraste, independente do tratamento escolhido.

O acompanhamento precoce e conjunto entre um oftalmologista e um neurologista é o mais indicado para prevenir ou amenizar as sequelas e a conversão para Esclerose Múltipla, tendo em vista preservar a qualidade de vida do paciente.

Dr. Hallim Feres Neto – Médico Oftalmologista

Olho seco: o que é, tipo de tratamento e como evitar

19 ago 2011 por Lotten Eyes    6 Comentários    Postado em: Olho seco

O olho seco é uma doença crônica, caracterizada pela diminuição da produção da lágrima ou deficiência em alguns de seus componentes, ou seja, pouca quantidade e/ou má qualidade da lágrima. Este distúrbio no filme lacrimal e na superfície ocular pode produzir áreas secas sobre a conjuntiva e a córnea, o que facilita o aparecimento de lesões. Os sintomas são de ardor, queimação, irritação, sensação de areia e corpo estranho nos olhos, fotofobia, dificuldade para ficar em lugares com ar condicionado ou em frente do computador e olhos embaçados ao final do dia, principalmente após muita leitura. Casos graves podem evoluir para úlcera e perfuração de córnea.

A doença pode ser causada pela exposição a determinadas condições do meio ambiente (poluição, clima seco, etc.), trauma (queimaduras químicas), alguns medicamentos, idade avançada, uso de lentes de contato, menopausa nas mulheres, conjuntivite, pós cirurgia refrativa, diabetes, uso de determinadas drogas, doenças que causem infiltração ou inflamação da glândula lacrimal (como síndrome de Sjoegren), tuberculose, leucemia e Aids.

O diagnóstico é baseado, sobretudo, na história clínica e no exame oftalmológico através de testes específicos: medição da produção e evaporação das lágrimas (teste de Schirmer e tempo de ruptura do filme lacrimal).

O tratamento é basicamente sintomático. Recentemente, novas modalidades de tratamento com objetivo de atingir a causa do olho seco têm sido introduzidas. São elas:

Suplementação da lágrima: lágrimas artificiais para aumentar a umidade da superfície ocular e melhorar a lubrificação. A apresentação pode ser na forma de colírio ou gel.

Preservação da lágrima: a oclusão temporária ou definitiva dos pontos lacrimais.

Estimulação da produção da lágrima: existem certos medicamentos que aumentam o lacrimejamento, como a pilocarpina. Porém, possuem uma série de efeitos colaterais que limitam a sua utilização.

Terapia anti-inflamatória: uso de colírio de corticóide tópico ou de imunomoduladores, como a ciclosporina tópica. A idéia é minimizar o efeito do processo imune nas glândulas lacrimais e superfície ocular.

Ácidos graxos essenciais: a suplementação alimentar com ácidos graxos, na forma de óleo de linhaça ou óleo de peixe, é uma alternativa útil no tratamento de olho seco. Eles possuem ação anti-inflamatória e melhoram a qualidade da porção lipídica da lágrima.

Algumas medidas gerais podem ser tomadas para evitar a evaporação excessiva da lágrima, como o uso de óculos especiais com proteção lateral, umidificadores de ar e o fechamento adequado dos olhos durante o sono. Evite correntes de ar oriundas de aparelhos de ar condicionado, leques, ventiladores ou aparelho de calefação. Masque chicletes sem açúcar para estimular a produção de saliva. Além disso, é muito importante proteger os olhos, evitando a exposição ao vento e ao sol, com protetores adequados.

Dra. Fabiana Bogossian Marangon – Médica Oftalmologista

Ergoftalmologia: a visão, o trabalho e as novas tecnologias

26 jul 2011 por Lotten Eyes    2 Comentários    Postado em: Ergoftalmologia

A Ergoftalmologia é uma área da ciência que estuda o sistema de trabalho, propondo o melhor relacionamento entre o trabalho e a visão. O objetivo principal é a prevenção e a administração de desconforto e doenças oculares em relação ao trabalho, visando máxima eficácia com máxima eficiência da função visual.

Esta área da ciência traz um maior entendimento sobre queixas de nossos pacientes que não apresentam correlação clinica, mas que têm sua causa no ambiente de trabalho. Com a popularização das novas tecnologias, como os tablets e os smartphones, os médicos oftalmologistas vêm recebendo pacientes com queixas comuns.  A pessoa começa a ter sensação de corpo estranho, fotofobia, intolerância à luz e olhos vermelhos. Vários pacientes apresentam disfunções na visão devido ao uso do computador.

Problemas como esse podem ser classificados como “astenopia ocupacional”, que se caracterizam por distúrbios oculares, irritativos ou funcionais, apresentados quando o aparelho visual tenta se superar através de mecanismos estressantes, excedendo sua própria capacidade fisiológica, e caracterizada por sintomas multiformes (superfície ocular, refração, motilidade ocular). Entre os sintomas oculares encontram-se ardência, lacrimejamento, algia periorbital, hiperemia conjuntival.  Já os visuais incluem visão ofuscada, diplopia e cansaço visual durante a leitura. As condições de iluminação de interiores, natural ou artificial, desenvolvem uma relação essencial no desenvolvimento da “astenopia ocupacional”.

O uso prolongado do computador pode causar, ainda, um cansaço visual conhecido como Síndrome do Uso do Computador. Os sintomas incluem  olhos irritados, vermelhos, coceira, olhos secos ou lacrimejamento, fadiga, sensibilidade á luz, sensação de peso nas pálpebras ou da fronte  e dificuldade  em conseguir foco. Outros sintomas são enxaquecas, dores lombares e espasmos musculares.

A visão não foi criada para encarar uma tela de computador durante muitas horas. Os monitores são compostos por pixels, nos quais o olho não consegue foco, resultando em tensão da musculatura ocular. Há ainda uma diminuição na frequência de piscar, o que provoca olhos secos e doloridos. Qualquer pessoa que passa pelo menos duas horas por dia em um computador está em risco de desenvolver essa síndrome.

AS CAUSAS  DESTES SINTOMAS SÃO UMA COMBINAÇÃO DOS SEGUINTES FATORES:

-Problemas visuais (miopia, hipermetropia, presbiopia);

-Condições inadequadas de uso (iluminação, posição, etc.);

-Hábito de uso do computador impróprio (horas de uso, sem descanso).

MEDIDAS PREVENTIVAS QUE PODEM REDUZIR O CANSAÇO VISUAL:

-Posicionar o monitor a uma distância de 50 a 60 cm dos olhos;

-O topo do monitor deve estar na altura dos olhos;

-Sala do computador bem iluminada; -Minimizar reflexos na tela;

-Filtro anti-reflexo na tela do computador;

-Descansos periódicos;

-Uso de óculos quando necessários (óculos têm grau adaptado pelo oftalmologista para a distância do monitor).

LUZ AZUL

Uma das causas da degeneração macular, a luz azul está presente no espectro luminoso, dentro de uma faixa de 380 a 520 mm. A exposição  a ela causa lesões nas células melanocíticas do epitélio pigmentar da retina, dependendo do tempo de exposição e intensidade.

A prevalência de a degeneração macular senil é menor que 2% até os 55 anos, entre 10 e 12% entre 55 e 65 anos, e maior que 30% acima de 75 anos. A incidência, entretanto, está aumentando. Estudos revelam que ela triplicará  nos próximos 25 anos, levando-se em conta uma vida média de 75 anos.

A luz azul está presente nas lâmpadas de halogênio metálicas, cujo uso tem sido muito difundido devido à maior durabilidade e baixo custo.

Dr. Fernando Paulo Maia – Médico Oftalmologista

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