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Sol e poluição predispõem ao pterígio

6 nov 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Este crescimento benigno do tecido ocular pode gerar incômodo e, em casos extremos, comprometer a visão. Aprenda a prevenir

O pterígio se caracteriza pelo espessamento da conjuntiva, a membrana que reveste a parte interna da pálpebra e a superfície da córnea.

Embora seja benigna, a alteração é capaz de gerar desconforto, como sensibilidade ocular, irritação, ardência e alterações no grau, principalmente astigmatismo. Em casos extremos, há o risco dessa pele crescer e tampar a pupila, afetando a visão. “O ideal é impedir que a situação chegue a esse ponto, pois, mesmo que seja feita a cirurgia, o problema pode deixar uma cicatriz no local. E, se essa cicatriz ficar na frente da pupila, a visão pode não voltar ao normal após o procedimento”, avisa o Dr. Hallim Feres Neto, oftalmologista da clínica Lotten Eyes, em São Paulo.

O primeiro conselho é lidar com os fatores de risco, a fim de reduzir a probabilidade de ter pterígio. “A exposição regular ao sol, a ambientes secos e com poluição, favorecem o crescimento do tecido”, explica o Dr. Hallim.

Por essa razão, ele recomenda o uso de óculos escuros com proteção UV, mesmo em dias nublados, para barrar o efeito nocivo dos raios ultravioleta. E, nos dias secos, o melhor é ter sempre um colírio lubrificante à mão, aplicando-o quando houver ressecamento dos olhos.

É de família! Saiba como prevenir problemas de visão hereditários

6 nov 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Os erros de refração, como miopia, astigmatismo e hipermetropia, são os exemplos mais comuns de problemas de visão com componente genético, ou seja, se uma pessoa apresenta alteração, há risco dos seus descendentes também manifestarem.

Embora esse não seja um fator determinante, já que o meio ambiente também influencia na probabilidade de desenvolver doenças, ele aumenta a predisposição, o que justifica caprichar na prevenção e, se necessário, iniciar o tratamento precocemente. Quer um bom argumento? Estima-se que cerca de 40% dos casos de deficiência visual sejam causados por doenças oculares hereditárias, a exemplo do glaucoma.

Grau de parentesco

Algumas doenças são transmitidas por meio de genes do pai, da mãe ou até de tios, como é o caso de glaucoma e estrabismo. Por isso, se tiver casos dessas doenças na família, vale acompanhar mais de perto.

Quando avaliar?

A associação norte-americana de oftalmopediatria preconiza que a primeira avaliação em consultório aconteça aos 18 meses de idade. Como a visão pode levar até dez anos para se desenvolver, o ideal é que a primeira consulta oftalmológica seja feita até os três anos de idade.

Principais exames

Com o teste do olhinho, é possível identificar opacidades do cristalino, um sintoma da catarata congênita, e alterações do fundo do olho. Por isso, é fundamental que ele seja realizado nos primeiros dias de vida, de preferência, ainda na maternidade. Trata-se de um exame indolor, em que um feixe de luz é projetado nos olhos da criança, para verificar a presença de alterações.

Depois da primeira consulta, é importante seguir com o acompanhamento uma vez ao ano, até os 10 anos e, depois disso, conforme a necessidade orientada pelo médico.

Diante da suspeita de problemas de visão congênitos, o especialista pode recorrer a outros métodos diagnósticos, como a biomicroscopia, que verifica estrutura dos olhos, a tonometria, para medir a pressão ocular e o mapeamento de retina.

Principais doenças oculares hereditárias

Miopia – Caracterizada pela má visão à distancia, se não corrigida devidamente, pode provocar mau rendimento na escola, lacrimejamento ou tensão ocular. O tratamento, na maioria dos casos, é feito com o uso de óculos, com lentes que focam os raios de luz na retina e melhoram a visão. A cirurgia refrativa não é indicada em crianças, pois é necessário que a visão já esteja desenvolvida e que a correção da miopia já tenha estabilizado, o que geralmente ocorre só na fase adulta.

Astigmatismo – É um tipo de erro refrativo em que o olho não consegue focar a luz na retina de maneira uniforme, provocando embaçamento e dificuldade de focar objetos, tanto de longe, quanto de perto. Ele ocorre devido a irregularidades da córnea ou do cristalino, que podem estar relacionadas a fatores genéticos. O tratamento é feito com a prescrição de óculos, quando há astigmatismo significativo que, se não for corrigido, pode levar à baixa visão.

Hipermetropia – Também faz com que a visão fique embaçada, tanto de longe, como de perto. Se o grau de hipermetropia for elevado, precisará ser corrigido com óculos. Caso contrário, exigirá um esforço ocular muito grande para focar, favorecendo o surgimento de dores de cabeça e o desvio dos olhos para dentro (estrabismo convergente).

Catarata congênita – É uma das principais causas de cegueira na infância e de outros problemas visuais, como a ambliopia e o estrabismo. A maioria dos casos acontece sem causa aparente ou é hereditária. Em outros, mais raros, ocorre como consequência de distúrbios metabólicos (hipoglicemia ou hipocalcemia) ou infecções durante a gravidez, como toxoplasmose ou rubéola. Para evitar prejuízos à visão, que está em plena formação, é necessário diagnosticá-la até os dois anos de vida da criança, partindo para a correção cirúrgica. .
Ceratocone – É uma doença ocular não inflamatória, que afeta o formato e a espessura da córnea, acarretando uma percepção distorcida das imagens. Na sua fase inicial, apresenta-se como um astigmatismo irregular, levando o paciente a trocar o grau dos óculos com frequência. O diagnóstico definitivo é feito com exames clínicos e de imagem. Os tratamentos variam entre prescrição de óculos, lentes de contato específicas e cirurgia.

Estrabismo – O estrabismo é um desalinhamento dos olhos que, geralmente, tem início na infância. Os desvios podem ser convergentes (para dentro), divergentes (para fora) ou verticais (um olho fica mais alto do que o outro). As possibilidades de tratamento incluem uso de óculos, cirurgia ou os dois tratamentos combinados. Quando há indicação específica, os médicos recorrem à toxina botulínica como método terapêutico.

Glaucoma congênito – O glaucoma infantil tem como característica a pressão intraocular elevada que, se não for tratada a tempo, pode lesionar o nervo óptico e prejudicar a capacidade de enxergar. A doença está entre as principais causas de cegueira irreversível em crianças no Brasil. O tratamento é feito com cirurgia e uso de colírios.

Fontes: Hallim Feres Neto, oftalmologista, e Francieli Agrizzi, oftalmopediatra e estrabóloga, da clínica Lotten Eyes (SP).

Colírio: perigo da automedicação

31 out 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Poluição, ar condicionado, exposição frequente à tela do computador e do celular… Tudo isso pode deixar os olhos irritados e provocar uma vontade irresistível de pingar umas gotas de colírio.

Mas, cuidado! Esse hábito, aparentemente inofensivo, pode causar problemas graves de visão, ao invés de tratar a origem do desconforto. “Lembre-se de que o colírio é um medicamento com via de administração ocular, que deve ser prescrito pelo oftalmologista”, avisa o Dr. Hallim Feres Neto, oftalmologista da clínica Lotten Eyes, em São Paulo.

Os riscos da automedicação são os mesmos relativos ao uso indiscriminado de qualquer outro tipo de remédio, como comprimidos ou pomadas. Ou seja, pode desencadear efeitos colaterais indesejados e até agravar uma doença já existente”, alerta o médico.

Por isso, sempre que sentir qualquer desconforto nos olhos ou dificuldade de enxergar, resista à tentação e procure um oftalmologista.

Colírio é medicamento

Existem vários tipos, fabricados com substâncias diferentes, para tratar as mais diversas doenças oculares. Há os colírios lubrificantes, antibióticos, anti-inflamatórios hormonais (com corticoide) e não-hormonais (sem corticoide), antialérgicos, antiglaucomatosos (para tratamento de glaucoma), anestésicos e midriáticos (que dilata a pupila para exame), entre outros.

O tamanho do perigo

Veja as consequências da automedicação com cada tipo de colírio

Lubrificantes

Também conhecidos como “lágrima artificial”, tratam o ressecamento dos olhos. Embora sejam vendidos sem prescrição médica e não causem danos por uso prolongado, também não são capazes de tratar eventuais doenças por trás do sintoma — eles apenas amenizam o incômodo. Por isso, na dúvida, melhor consultar um profissional. Caso o seu oftalmologista prescreva um lubrificante, dê preferência aos sem conservantes, principalmente quando há necessidade de usar o produto muitas vezes ao dia, já que esse componente pode ser tóxico para a córnea.

Antibióticos

Existem diversas classes de antibióticos e cada uma é eficaz para combater certos tipos de bactérias. Portanto, não adianta tratar a conjuntivite com o mesmo antibiótico receitado a um vizinho. Outro erro comum é interromper as aplicações quando os sintomas diminuem. Além de não surtir efeito, o tratamento equivocado favorece a multiplicação de bactérias resistentes, o que só agrava a situação.

Anti-inflamatórios com corticoide

Também existem várias classes, para diferentes tipos de inflamações. Por isso, é necessário um diagnóstico adequado para um uso correto e seguro.
Se um colírio com corticoide for usado de forma equivocada para tratar uma conjuntivite pelo vírus da herpes, por exemplo, há risco de o problema piorar.

Sem contar que o uso indiscriminado de corticoide aumenta a pressão intraocular de quem é suscetível, favorecendo o glaucoma, uma lesão no nervo óptico que afeta a visão. A Sociedade Brasileira de Glaucoma estima que um terço dos casos da doença no Brasil sejam desencadeados por esse motivo. Por fim, outro efeito colateral do uso de corticoide sem critério é a possibilidade de acelerar o aparecimento de catarata.

E se eu tiver um problema e não usar os colírios prescritos corretamente?

Depende da doença. Uma conjuntivite provocada por vírus é, geralmente, autolimitada, ou seja, pode desaparecer sozinha. Já o glaucoma não tratado pode levar à cegueira.

O jeito certo de usar

Siga rigorosamente as orientações do oftalmologista, em relação ao tempo de utilização, dosagem, intervalos e número de aplicações do medicamento.

Antes de pingar, lave bem as mãos. Evite encostar a tampa e o frasco em superfícies ou nos cílios. Depois, guarde o colírio em um local limpo e apropriado (siga as recomendações da bula).

Se sentir qualquer incômodo durante o uso, como ardência, vermelhidão ou irritação, informe ao médico. Ao término do tratamento, descarte a medicação.

Caso esteja usando mais de um tipo de colírio, espere 15 minutos entre as aplicações.

Fonte: Dr. Hallim Feres Neto, oftalmologista da clínica Lotten Eyes, em São Paulo.

Colírio: perigo da automedicação

15 out 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Poluição, ar condicionado, exposição frequente à tela do computador e do celular… Tudo isso pode deixar os olhos irritados e provocar uma vontade irresistível de pingar umas gotas de colírio.

Mas, cuidado! Esse hábito, aparentemente inofensivo, pode causar problemas graves de visão, ao invés de tratar a origem do desconforto. “Lembre-se de que o colírio é um medicamento com via de administração ocular, que deve ser prescrito pelo oftalmologista”, avisa o Dr. Hallim Feres Neto, oftalmologista da clínica Lotten Eyes, em São Paulo.

Os riscos da automedicação são os mesmos relativos ao uso indiscriminado de qualquer outro tipo de remédio, como comprimidos ou pomadas. Ou seja, pode desencadear efeitos colaterais indesejados e até agravar uma doença já existente”, alerta o médico.

Por isso, sempre que sentir qualquer desconforto nos olhos ou dificuldade de enxergar, resista à tentação e procure um oftalmologista.

Colírio é medicamento

Existem vários tipos, fabricados com substâncias diferentes, para tratar as mais diversas doenças oculares. Há os colírios lubrificantes, antibióticos, anti-inflamatórios hormonais (com corticoide) e não-hormonais (sem corticoide), antialérgicos, antiglaucomatosos (para tratamento de glaucoma), anestésicos e midriáticos (que dilata a pupila para exame), entre outros.

O tamanho do perigo

Veja as consequências da automedicação com cada tipo de colírio

Lubrificantes

Também conhecidos como “lágrima artificial”, tratam o ressecamento dos olhos. Embora sejam vendidos sem prescrição médica e não causem danos por uso prolongado, também não são capazes de tratar eventuais doenças por trás do sintoma — eles apenas amenizam o incômodo. Por isso, na dúvida, melhor consultar um profissional. Caso o seu oftalmologista prescreva um lubrificante, dê preferência aos sem conservantes, principalmente quando há necessidade de usar o produto muitas vezes ao dia, já que esse componente pode ser tóxico para a córnea.

Antibióticos

Existem diversas classes de antibióticos e cada uma é eficaz para combater certos tipos de bactérias. Portanto, não adianta tratar a conjuntivite com o mesmo antibiótico receitado a um vizinho. Outro erro comum é interromper as aplicações quando os sintomas diminuem. Além de não surtir efeito, o tratamento equivocado favorece a multiplicação de bactérias resistentes, o que só agrava a situação.

Anti-inflamatórios com corticoide

Também existem várias classes, para diferentes tipos de inflamações. Por isso, é necessário um diagnóstico adequado para um uso correto e seguro.
Se um colírio com corticoide for usado de forma equivocada para tratar uma conjuntivite pelo vírus da herpes, por exemplo, há risco de o problema piorar.

Sem contar que o uso indiscriminado de corticoide aumenta a pressão intraocular de quem é suscetível, favorecendo o glaucoma, uma lesão no nervo óptico que afeta a visão. A Sociedade Brasileira de Glaucoma estima que um terço dos casos da doença no Brasil sejam desencadeados por esse motivo. Por fim, outro efeito colateral do uso de corticoide sem critério é a possibilidade de acelerar o aparecimento de catarata.

E se eu tiver um problema e não usar os colírios prescritos corretamente?

Depende da doença. Uma conjuntivite provocada por vírus é, geralmente, autolimitada, ou seja, pode desaparecer sozinha. Já o glaucoma não tratado pode levar à cegueira.

O jeito certo de usar

Siga rigorosamente as orientações do oftalmologista, em relação ao tempo de utilização, dosagem, intervalos e número de aplicações do medicamento.

Antes de pingar, lave bem as mãos. Evite encostar a tampa e o frasco em superfícies ou nos cílios. Depois, guarde o colírio em um local limpo e apropriado (siga as recomendações da bula).

Se sentir qualquer incômodo durante o uso, como ardência, vermelhidão ou irritação, informe ao médico. Ao término do tratamento, descarte a medicação.

Caso esteja usando mais de um tipo de colírio, espere 15 minutos entre as aplicações.

Fonte: Dr. Hallim Feres Neto, oftalmologista da clínica Lotten Eyes, em São Paulo.

Como prevenir os problemas de visão mais comuns entre as mulheres

15 out 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Causas genéticas, hormonais e imunológicas favorecem doenças oculares no sexo feminino. Saiba mais

Por diversos fatores, as mulheres são mais suscetíveis a problemas de visão. Segundo a Organização Mundial de Saúde, duas a cada três pessoas cegas no mundo são mulheres. Biologicamente, por razões genéticas, hormonais e imunológicas, algumas doenças são prevalentes entre o sexo feminino. Além disso, apesar de apresentarem viverem mais – no Brasil, a expectativa de vida das mulheres é 79,4 anos, enquanto a dos homens é 72,9, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – em muitos países, as mulheres estão mais vulneráveis economicamente e, por isso, têm menos acesso à informação, ao oftalmologista e aos tratamentos.
Confira na entrevista com a Dra. Débora Espada (CRM 113.110/SP), oftalmologista da rede de clínicas oftalmológicas Lotten Eyes, quais as são essas doenças.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, duas a cada três pessoas cegas no mundo são mulheres. Por que as mulheres são mais suscetíveis a determinados problemas de visão?
Em primeiro lugar, por que as mulheres vivem mais que os homens, por isso, podem ter problemas de visão causados pelo envelhecimento, por exemplo, ou por alterações hormonais que ocorrem durante a menopausa, como a síndrome do olho seco.
Em segundo lugar, as alterações hormonais que ocorrem na gestação podem causar doenças sistêmicas, como hipertensão arterial e diabetes gestacional.
Outro agravante é a situação socioeconômica das mulheres. Em lugares menos desenvolvidos, elas têm mais dificuldade de acessar unidades de saúde, pois, muitas vezes, ficam distantes da residência, têm menor escolaridade e estão em desvantagem financeira. Tudo isso dificulta a aquisição de medicamentos, lentes e óculos.
Quais são as doenças oculares mais comuns entre as mulheres e como preveni-las?
As mulheres têm maior predisposição genética a terem doenças reumatológicas, como lúpus, artrite reumatóide e esclerose múltipla, que causam a síndrome do olho seco.
A segunda doença que mais acomete mulheres é a doença macular relacionada à idade (DMRI), causada pela exposição à luz solar. Geralmente, ocorre em pessoas com idade mais avançada e, por isso, mais em mulheres, já que elas vivem mais.
Outra doença comum é a retinopatia diabética, por conta da diabetes que pode ocorrer durante a gestação.
Já as grandes alterações hormonais que ocorrem durante a menopausa e o período que a antecede (climatério) podem causar síndrome do olho seco e catarata. Elas podem alterar o metabolismo do olho e criar condições favoráveis ao surgimento dessas enfermidades.
Por último, devido às doenças imunológicas prevalentes entre mulheres, como o lúpus, é comum a ocorr6encia de doenças oculares inflamatórias nas mulheres.
Para prevenir todas essas doenças é importante adotar hábitos de vida saudáveis, praticar atividades físicas e, principalmente, proteger os olhos contra a radiação ultravioleta. Evite comprar óculos em lugares que não pareçam confiáveis, dando preferência a óticas especializadas, e óculos que tenham o selo do Inmetro de garantia de proteção dos olhos contra os efeitos nocivos da radiação ultravioleta. E quando não puder utilizá-los, usar algum outro tipo de proteção, como chapéu ou boné.
Quais são as causas biológicas?
As causas genéticas, hormonais e imunológicas resumem bem as doenças citadas.
Existem exames específicos que a mulher deve fazer? Com qual periodicidade?
É importante sempre procurar um oftalmologista em qualquer alteração visual. E após os 40 anos, mesmo se a mulher não apresentar nenhum sintoma, é recomendável que ela procure um oftalmologista anualmente e, caso apresente alguma doença sistêmica, como diabetes, lúpus, procurar uma avaliação do oftalmologista para complementar a avaliação do medico que está tratando a doença de base.

Os exames de mapeamento de retina e biomicroscopia com lâmpada de fenda podem identificar todas essas doenças citadas.

Quais as doenças comuns durante a gravidez e qual a importância de redobrar a prevenção nesse período?
Os edemas causados pelo inchaço que é comum neste período podem causar alterações na visão, de forma transitória, como por exemplo, aumentar o grau de miopia. Após o nascimento do bebê, com a queda hormonal, a visão volta ao normal. A gestante não deve se assustar, mas deve fazer um acompanhamento oftalmológico nessa fase.
Também é recomendável que ela vá ao oftalmologista caso ela tenha diabetes gestacional, toxoplasmose ou sífilis, pois elas podem causar alterações sérias na visão da mãe e do feto e por isso, é importante que elas sejam diagnosticadas e tratadas pelo oftalmologista precocemente.
Que outros cuidados as mulheres podem adotar para evitar problemas de saúde ocular?
O uso de maquiagem e lentes de contato pode levar a certas infecções oculares, por isso, vale redobrar os cuidados com a higiene ao manusear lentes de contato e com maquiagens. Evite usar maquiagem emprestada ou dormir sem retirá-la, prevenindo alergias, herpes e infecções.

Cirurgia de catarata: sua visão de volta!

5 out 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Com uma intervenção simples, que não dura mais do que alguns minutos, é possível reverter a principal causa de cegueira no Brasil: a catarata. O melhor é que as técnicas modernas não só tratam o problema como possibilitam a correção de eventuais erros refrativos, a exemplo da miopia e do astigmatismo

O cristalino, estrutura localizada logo atrás da pupila, é a lente natural dos olhos, atuando na convergência dos raios luminosos para formação das imagens. No entanto, devido ao próprio envelhecimento e a outros fatores, ele pode se tornar opaco, levando à perda de visão progressiva.
O uso crônico de colírio corticoide, doenças metabólicas, como o diabetes, uveítes (inflamações no interior dos olhos), trauma ocular e exposição excessiva à radiação solar são capazes de acelerar o surgimento dos danos.
A boa notícia é que dá para corrigir o problema com uma cirurgia simples, rápida—com duração de 10 a 15 minutos, em média– e segura, devolvendo a visão.
Como é o procedimento
Não se deixe impressionar pela descrição do procedimento, tendo em mente que o paciente recebe sedação, não sente nada nem consegue visualizar com clareza os movimentos do cirurgião.
Em resumo, a intervenção consiste em uma pequena incisão para aspiração do cristalino danificado, que é substituído por uma lente artificial.
Avanços
O uso das chamadas lentes intraoculares multifocais é uma importante inovação neste tipo de cirurgia. Elas tentam imitar a função do cristalino de enxergar de perto e de longe, por isso, também corrigem erros refrativos (miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia).
Outra vantagem é que elas são maleáveis, o que facilita a realização de uma incisão menor, sem necessidade de ponto. Assim, o paciente sente menos dor e só precisa utilizar colírios—antibióticos e anti-inflamatórios–
no pós-operatório.

Cirurgia refrativa onde e quando fazer?

3 out 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Uma das cirurgias de olhos mais procuradas é a que corrige ou minimiza problemas de visão causados por erros refrativos – miopia, astigmatismo, hipermetropia e presbiopia, por exemplo. A cirurgia refrativa realiza o sonho de muitas pessoas que querem deixar de usar óculos e lentes de contato, proporcionando mais conforto e qualidade de vida para realizar as tarefas do dia a dia, praticar esportes e viajar. Segundo estimativas do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, mais de 14 milhões de brasileiros têm uma dessas enfermidades, que são a principal causa de baixa visão e a segunda causa mais comum de cegueira tratável em todo o mundo.

Por que fazer na Lotten Eyes?
Em seus quase 30 anos de experiência em cuidados com a saúde dos olhos e mais 160 mil pacientes atendidos, a Lotten Eyes é uma referência na realização de procedimentos cirúrgicos, com mais de 30 mil realizados, entre os quais, cirurgias refrativas.
Conta com profissionais altamente qualificados, reconhecidos internacionalmente e constantemente atualizados, em várias especialidades,
Outra vantagem é a sua ampla rede de atendimento pré e pós-operatório, com salas modernas de medicina diagnóstica e 20 consultórios em diversas regiões da Grande São Paulo, o que permite escolher a unidade mais próxima para agendar as consultas e exames. E o melhor de tudo é que são aceitos mais de 30 convênios.
Quem pode fazer?
A cirurgia refrativa é indicada para quem tem miopia (má visão à distância), hipermetropia ou presbiopia (visão próxima ruim) e astigmatismo (visão embaçada ou desfocada, tanto de longe, quanto de perto) e está com o grau estável há pelo menos um ano (a diferença de grau de até 0,5 neste período). Por isso, quem tem menos de 18 anos não pode fazer, pois antes dessa idade, o grau não estabiliza.
Antes de fazer a cirurgia, é necessário realizar exames para avaliar o grau, a saúde do olho e o aspecto da córnea. Sua realização também não é indicada em alguns casos de doença na córnea.
Técnicas
A cirurgia refrativa é um procedimento seguro, realizado em menos de dez minutos e que não precisa de internação. Feito principalmente com laser, por meio de duas técnicas, que devem ser escolhidas de acordo com o tipo de grau e espessura da córnea. São elas:
PRK, ou Ceratectomia Fotorrefrativa: uma fina película da camada que reveste a córnea é removida e é aplicado o laser para correção do erro refrativo. Terminado o procedimento, uma lente de contato terapêutica é colocada na superfície corneana para promover a cicatrização e o alívio do desconforto nos primeiros dias do pós-operatório.
Lasik (Laser Assisted In Situ Keratomileusis) com laser de femtosegundo: esta técnica tem como principal vantagem o tempo de recuperação menor. Ela utiliza dois tipos de laser: o primeiro realiza um corte circular, com alta precisão, na superfície da córnea, chamado de flap, por meio do qual, uma aba da córnea fica solta, enquanto uma pequena parte continua presa. O flap é levantado e jogado para trás, para acessar a parte intermediária da córnea. O segundo laser é utilizado para remodelá-la e atingir a graduação desejada, definida com base nos exames pré-operatórios, levando-se em conta o grau, a curvatura e a espessura da córnea. Finalizada essa etapa, o flap é recolocado e encaixado perfeitamente na lente. A cicatrização acontece em até 48 horas e é possível retornar às atividades normais do dia a dia, com algumas restrições para esportes.

Asma, rinite e visão: qual a relação entre elas?

10 set 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Muitas pessoas que sofrem de alergias respiratórias tendem a coçar os olhos com frequência. E esse hábito, por sua vez, pode levar a um problema ocular que ameaça a visão. Entenda o problema.
A coceira ocular é um sintoma frequente entre pessoas que sofrem de alergias respiratórias, como asma e rinite. E qual a reação mais comum ao sintoma? Esfregar os olhos.
É aí que mora o problema. Com o passar do tempo, essa ação mecânica pode promover danos às estruturas oculares, como úlceras, além da possibilidade de evoluir para ceratocone.
A doença é caracterizada pela alteração da espessura e do formato da córnea, o tecido que permite a passagem da luz e é responsável por focar os objetos. Em pessoas com ceratocone, ela adquire um formato cônico, fazendo com que as imagens fiquem borradas e distorcidas.
Em estágios iniciais, a alteração visual pode ser corrigida com óculos, mas existe a probabilidade de ela evoluir a ponto de exigir um transplante de córnea.
Como prevenir?
A primeira orientação é evitar contato com os fatores que provocam a alergia. Isso varia de uma pessoa para outra, mas alguns dos gatilhos mais comuns são ácaros, pólen, pelos de animais e fungos.
Por isso, o ideal é manter os ambientes arejados e evitar carpetes, cortinas, bichos de pelúcias e outros itens que possam acumular poeira.
Se, mesmo assim, um quadro alérgico se manifestar, policie-se para não coçar os olhos. O melhor é aplicar compressas frias sobre os olhos fechados, seguir o tratamento antialérgico prescrito pelo médico e consultar um oftalmologista, para prescrever um tratamento ocular adequado.

Fonte: Dr. Hallim Feres Neto, oftalmologista da clínica Lotten Eyes (SP).

Fotofobia

23 ago 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Nesta época do ano, os olhos podem ficar mais sensíveis à luz por causa do ressecamento de sua superfície, que é comum no inverno. Essa condição, por sua vez, favorece a ocorrência de micro ferimentos na córnea, chamados de ceratites, que podem ser tratados com o uso de colírios lubrificantes. Ou seja, na estação mais fria do ano, a fotofobia pode ser um alerta para a necessidade de reforçar a lubrificação.
No entanto, a fotofobia também pode ocorrer de forma idiopática, ou seja, espontânea, sem razão aparente. Indivíduos de olhos claros e pupilas maiores, por exemplo, costumam ser mais sensíveis à luz.
Outros fatores capazes de provocar fotofobia são conjuntivites alérgicas, úlceras , certos tipos de medicamentos, machucados e outras alterações na córnea, como o ceratocone, uma doença que altera o formato e a espessura da córnea. Por isso, na dúvida, é bom consultar um oftalmologista para investigar as causas do desconforto. Especialmente se ele for intenso ou vier acompanhado de embaçamento visual.
Com a realização do exame de biomicroscopia na lâmpada de fenda– uma análise por meio de um aparelho que une microscópio e iluminação–é possível verificar se os olhos apresentam sinais de inflamação e iniciar o tratamento adequado.
O uso de óculos escuros e a diminuição da luminosidade do computador também são alternativas para minimizar o incômodo. Por fim, vale ressaltar que, nem sempre, a origem da fotofobia está nos olhos. Em alguns casos, ela é um dos sintomas da enxaqueca.

Fotocoagulação: laser para tratar os olhos

20 ago 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

As aplicações ajudam a reparar danos à retina e aos seus vasos sanguíneos, provocados por algumas doenças. Conheça as vantagens do tratamento:

O procedimento é simples. O paciente chega à clínica e os especialistas fazem uma preparação, que consiste na aplicação de uma substância que dilata a pupila. Antes de iniciar a sessão, o médico também pinga um colírio anestésico. Finalmente, ele posiciona a cabeça da pessoa em uma aparelho e aciona os feixes de laser, direcionados à retina.

O objetivo é cicatrizar a região, danificada por doenças como a retinopatia diabética, em que o prejuízo é provocado pelo excesso de açúcar no sangue. Há ainda outra condição, chamada oclusão da veia da retina, em que ela fica obstruída, prejudicando o fluxo de sangue e a oxigenação local. Em caso de roturas na retina ou risco de descolamento, o recurso também é uma boa opção..

Considerando a gravidade de todas essas condições, a fotocoagulação é uma alternativa bastante promissora. A aplicação é rápida e, na maioria das vezes, indolor. Depois de alguns minutos, o indivíduo já está liberado, mas precisa da presença de um acompanhante, já que existe a possibilidade de ele sentir certo desconforto e embaçamento da visão ao término do tratamento.

Um recente estudo da Academia Americana em Oftalmologia comprovou que a fotocoagulação é um recurso positivo na cauterização da retina isquêmica (em que o fluxo sanguíneo está comprometido) e na preservação visual, em pacientes com retinopatia diabética.

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