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Tomografia de coerência óptica (OCT)

5 jun 2012 por Lotten Eyes    Sem Comentários    Postado em: Exames

O que é o OCT?
A tomografia de coerência óptica (OCT) é um exame de imagem não invasivo que produz imagens de corte seccional das estruturas oculares in vivo com alta resolução e reprodutibilidade.

Qual o aparelho que está na Lotten?
O aparelho que temos na Lotten é o Cirrus HD – OCT da Zeiss

Vantagens do exame:
- Utiliza tecnologia Spectral Domain, ou seja, excelente resolução e velocidade de escaneamento, permitindo rastrear em poucos segundos a área de estudo;
- Possui imagens 3D;
- Comparação com exames anteriores, sendo possível detectar pequenas alterações inexistentes anteriormente ou pequena melhora;
- É possível capturar imagens com pouca midríase (2mm);
- Podemos avaliar precisamente retina e nervo óptico.
- Nos casos de pacientes que não podem se submeter a exames de contraste, possui a vantagem, em relação à angiografia, de não necessitar de injeção endovenosa para avaliação da retina.

Indicações para exame:

Podemos diagnosticar e acompanhar alterações como: degeneração de mácula, buraco de mácula, edema macular, membrana epirretiniana, retinopatia diabética, tração vítreo – retiniana, distrofias retinianas, entre outras.
É possível fazer análise de progressão do glaucoma e auxiliar no diagnóstico precoce da doença.

Preparo para o Exame:

É necessário dilatar a pupila para realização do exame. O paciente se sentir mais confortável pode levar um acompanhante.

Local de exame:

Lotten Eyes unidade Morumbi

Entrega do Resultado:

O laudo é liberado em até 7 dias. Enviado para unidade mais próxima do paciente.

Novas tecnologias e melhores perspectivas para 2010: OCT, Visante e Intralase

18 jan 2010 por Lotten Eyes    Sem Comentários    Postado em: Exames

Iniciaremos 2010 com um novo e muito diferenciado parque tecnológico a disposição de você, nosso paciente.

O Intralase é uma tecnologia pautada por um tipo de laser que age concentrando grandes volumes de energia sob um mesmo ponto, permitindo cortes precisos de uma estrutura ocular chamada córnea. Com isso, torna-se possível uma melhoria significativa nos planejamentos e nas execuções das cirurgias corneanas. E aqui me refiro aos transplantes de córnea, às cirurgias refrativas e aos implantes de anel realizados em pacientes portadores de ceratocone. O grau de reprodutibilidade é enorme e a acurácia é diferenciada, o que nos permitirá realizar transplantes mais bem planejados, com interfaces mais bem definidas e, portanto, com melhores resultados pós-operatórios. Nos casos dos flaps em cirurgias refrativas, que permitem a realização da correção do grau, estes serão mais finos e, portanto, com menor prejuízo para a estrutura do globo ocular, levando a uma interface muito mais lisa e com chances de vir a criar menos aberrações. Os anéis intracorneanos passarão a ter sua profundidade melhor estabelecida com diminuição do grau de extrusão.

Ao mesmo tempo também já dispomos de aparelhos de grande importância para análise da córnea e que permitem diagnósticos mais detalhados. Já em funcionamento, estamos utilizando dois novos recursos, o OCT de segmento anterior e o Visante. Eles permitem analisar e documentar adequadamente as estruturas do segmento anterior e, particularmente, a córnea, o cristalino e o ângulo do segmento anterior. Isso permite um melhor entendimento de doenças relacionadas à córnea, novas perspectivas para minimizar procedimentos terapêuticos e indicar outros que até então traziam dúvidas para sua aplicabilidade, valendo aqui a particularização do ceratocone. Ainda vale ressaltar a importância destas propedêuticas para um melhor entendimento do glaucoma e até mesmo da catarata. São recursos novos, diferenciados e que contribuem quando bem utilizados para uma melhor prática assistencial oftalmológica.

Feliz 2010.

Claudio Lottenberg.

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