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Conjuntivite: cada tipo, uma doença

3 jul 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Conjuntivite

Diagnóstico certeiro

A duração do episódio, a quantidade de secreção e as características da inflamação ajudam o médico a identificar a origem exata do problema. E por que isso é importante? Para adequar o tratamento. “Crises virais COSTUMAM SER autolimitadas, ou seja, regridem de forma espontânea. A gente só ameniza os sintomas com compressas frias e colírios lubrificantes”, exemplifica o Dr. Hallim Feres Neto, oftalmologista da clínica Lotten Eyes, em São Paulo.

No entanto, há exceções em que o vírus é muito agressivo, chegando a provocar a formação de uma membrana nos olhos, que pode precisar ser retirada na clínica oftalmológica. Se não for bem tratada, a crise pode deixar uma cicatriz na córnea, desencadeando sequelas, como piora da visão e intolerância à claridade.

Já as infecções bacterianas requerem uso de antibiótico, que requer prescrição médica. Ou seja, nada de pegar emprestado o medicamento que um familiar ou amigo usou antes. Cada caso é um caso. E seguir a risca o tipo de remédio, os intervalos entre as doses e a duração de uso evita que a bactéria fique resistente, piorando a situação.

O mesmo vale para os anti-inflamatórios, às vezes recomendados pelos especialistas diante de alguns quadros específicos de conjuntivite. “Eles podem ser comprados sem receita, mas o uso inadequado é arriscado. Primeiro porque podem ter efeitos colaterais, predispondo ao glaucoma—uma doença grave, capaz de evoluir para cegueira—ou à catarata”, justifica o Dr. Hallim. “E segundo porque episódios provocados por alguns vírus, como o da herpes, costumam se agravar com o uso dessas substâncias”, complementa.

Já as conjuntivites alérgicas tendem a aparecer em quem já tem histórico de alergia respiratória, como as rinites. Os recursos terapêuticos incluem anti-histamínicos e anti-inflamatórios, também a critério do médico.

Conjuntivite

Conheça melhor a conjuntivite e os tipos mais conhecidos

11 jan 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Conjuntivite

A conjuntivite é um processo inflamatório da membrana transparente e precisa de alguns cuidados no tratamento e para não transmitir. Mas você sabia que existe mais de um tipo? As mais conhecidas são: alérgica, viral, bacteriana e fúngica.

As mais comuns são a viral e a bacteriana, pois sua transmissão é muito fácil entre as pessoas. Em seguida, a mais comum é a conjuntivite alérgica, porém não é transmissível entre as pessoas.

Conjuntivite viral

Geralmente é causada pelo vírus conhecido como adenovírus, pode ser acompanhada de febre e outros sintomas semelhantes ao resfriado comum. Ela é transmissível e infecta por meio de secreções oculares. Se a pessoa contaminada encostar nos olhos e tocar em algum objeto, depois uma outra pessoa utilizar o mesmo objeto, ela pode ser infectada; mas nunca é transmitida pelo ar.

Esse tipo de conjuntivite começa em um olho e acaba sendo transmitida para o outro em dois dias, mas geralmente é curada sozinha – entre sete e dez dias. O médico pode indicar um colírio para apenas diminuir a irritação.

Conjuntivite bacteriana

Bem menos comum que a viral, a conjuntivite bacteriana, como o nome já diz, é ocasionada por bactérias. Sua transmissão é através de contato entre secreções contaminadas.

Mesmo que a conjuntivite ocorra nos olhos, a secreção pode ser encontrada em toda a pele. Assim como na conjuntivite viral, a transmissão é pelo contato. Para tratar o problema é utilizado colírio com antibiótico em sua composição, seguindo a prescrição médica.

Conjuntivite alérgica

Ocorre quando entramos em contato com alguma substância irritante para o organismo ou quando o contato é direto com os olhos. As mais comuns são: pelos de animais, pó, pólen, mofo, dentre outras coisas.

A conjuntivite alérgica não é transmissível, por isso não precisa se ter o cuidado com o contato de objetos compartilhados.

Conjuntivite fúngica

Ocorre raramente, já que para acontecer a pessoa precisa entrar em contato com fungos. Geralmente acontece quando há trauma ocular com madeira, ou quando há contaminação de lentes de contato.

Para determinar o tratamento é preciso primeiro identificar o fungo em laboratório.

A melhor maneira de prevenir é ter cuidado adequado das lentes de contato, caso utilizar, e higiene tanto no local de trabalho quanto em casa.

Conjuntivite gonocócica

A conjuntivite gonocócica é causada pela bactéria gonococo, sendo um tipo de doença sexualmente transmissível e ocorre geralmente durante o parto.

Seu tratamento é com antibióticos sistêmicos e oculares, e deve ser tratada com urgência, já que a infecção gonocócica penetra no olho íntegro e pode destruí-lo.

Conjuntivite de inclusão

Afeta geralmente jovens sexualmente ativos, mas pode ser transmitida também por piscinas contaminadas. A conjuntivite de inclusão é causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, um sorotipo D-K, quando se tem contato sexual com uma pessoa que possui infecção genital.

Para o tratamento da doença deve ser usado antibiótico via oral , receitado pelo seu médico. Os parceiros sexuais também devem realizar o tratamento.

Em todos os casos o oftalmologista deve ser consultado, já que ele é o especialista. Ele é quem vai diagnosticar qual tipo de conjuntivite e qual é o melhor tratamento para você.

Conjuntivite: dicas sobre cuidados e transmissão

30 mai 2011 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Conjuntivite

A conjuntivite é um processo inflamatório nos olhos que demanda alguns cuidados quanto à transmissão e o tratamento desta doença ocular. Saiba algumas dicas abaixo:

SE VOCÊ ESTÁ COM CONJUNTIVITE

  • A conjuntivite viral pode levar de uma até três semanas em média para se resolver completamente.
  • A transmissão da conjuntivite se dá pelo CONTATO, com a secreção ou lágrimas. Por isso, não se deve nunca colocar a mão nos olhos.
  • Cuidado para não deixar a casa contaminada. Atenção para não pegar em maçanetas, controles-remotos, teclados, etc. antes de lavar as mãos.
  • Ande sempre com lenços de papel para secar ou limpar os olhos e jogue-os fora após o uso. Não guarde os lenços contaminados no bolso para reutilização.
  • Lave sempre as mãos ou use álcool em gel se colocar a mão nos olhos.
  • Não use lentes de contato ou maquiagem na região dos olhos enquanto eles ainda estiverem vermelhos ou irritados.
  • Separe sua toalha de rosto e travesseiro, de preferência troque a fronha e a toalha todos os dias.
  • Use apenas o colírio indicado pelo seu médico oftalmologista e água filtrada ou tratada.
  • Faça compressas frias várias vezes por dia e lave o rosto e os olhos com água gelada sempre que possível.
  • Em caso de baixa de visão, procure novamente seu oftalmologista.

SE VOCÊ ESTÁ PERTO DE ALGUÉM COM CONJUNTIVITE

  • Não existe remédio para prevenir a conjuntivite.
  • Não coloque a mão nos seus olhos NUNCA. O vírus não vai voar e alcançá-los sozinho.
  • Não divida toalhas, travesseiros ou qualquer objeto que possa estar contaminado https://newzpharmacy.com/.
  • A qualquer sinal de olho vermelho ou irritado, procure seu oftalmologista.

Dr. Hallim Feres Neto – Médico Oftalmologista

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