Artigos por " Lotten Eyes"

Cirurgia refrativa: evolução da técnica x rapidez na recuperação

4 abr 2019 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

As técnicas de cirurgia refrativa – procedimento que corrige miopia, hipermetropia, presbiopia e astigmatismo – evoluíram e o tempo de recuperação diminuiu bastante, com a possibilidade de uma cicatrização mais rápida nos procedimentos mais modernos.
O que todas as modalidades existentes têm em comum é que são seguras, realizadas em menos de dez minutos e sem necessidade de internação. São indicadas para quem tem problemas causados por erros de refração, ou seja, miopia (má visão à distância), hipermetropia ou presbiopia (visão próxima ruim) e astigmatismo (visão embaçada ou desfocada, tanto de longe, quanto de perto) e está com o grau estável há pelo menos um ano (a diferença de grau de até 0,5 neste período). Por isso, quem tem menos de 18 anos não pode fazer, pois antes dessa idade, o grau não estabiliza.

O que mudou?
Na cirurgia realizada com a técnica convencional, de Ceratectomia Fotorrefrativa, ou PRK, uma fina película da córnea é totalmente removida, o que faz com que a recuperação seja mais lenta. Após a aplicação do laser para correção do erro refrativo, uma lente de contato terapêutica é colocada na superfície corneana para promover a cicatrização e o alívio do desconforto nos primeiros dias do pós-operatório.
Já nos procedimentos realizados com a técnica mais moderna, a Laser Assisted In Situ Keratomileusis, ou simplesmente Lasik, é utilizado um laser de femtosegundo para fazer o flap, uma área circular, com alta precisão, na superfície da córnea. Diferente da PRK, nesta técnica, a superfície da córnea não é retirada, mas levantada e jogada para trás, para acessar a parte intermediária da córnea e corrigir o erro de refração. Um segundo laser é utilizado para remodelar a superfície da córnea e atingir a graduação desejada. Finalizada essa etapa, o flap é recolocado e encaixado com precisão sobre a lente. Essa inovação reduziu o tempo de cicatrização da córnea, possibilitando ao paciente retornar mais rápido às atividades normais do dia a dia, com algumas restrições para esportes.

Dicas para melhor recuperação
Após a cirurgia, é importante evitar infecções e lesões por contato, com algumas medidas: durante o período de cicatrização, usar uma proteção ocular, seguir corretamente a medicação indicada pelo oftalmologista e evitar piscina, esportes de luta, contato e com bola, coçar os olhos e maquiagem.

Lembre-se: antes de fazer a cirurgia, é necessário realizar exame oftalmológico completo (avaliar o grau, a saúde do olho, o aspecto da córnea, da retina, a pressão ocular, entre outras coisas).

Fonte: Dr. Hallim Feres Neto (CRM-SP 117.127), oftalmologista da Lotten Eyes.

Retinoblastoma: tumor ocular em crianças

25 mar 2019 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

O retinoblastoma é um tipo de tumor no olho, próprio da infância, e que pode aparecer do nascimento aos cinco anos de idade, sendo mais comum antes dos 4 anos. Ele é maligno e originário de células da retina, a parte do olho responsável pela visão. Apesar de ser agressivo e ter potencial de causar cegueira, é passível de tratamento, se identificado precocemente. Quando acomete os dois olhos, pode indicar a presença da doença em outros órgãos ou sistemas. Quando acontece em um olho só, geralmente é esporádico.

Causas

O problema costuma estar associado a mutações em determinados genes que controlam o aparecimento de tumores, podendo ser ou não hereditário.

Quando desconfiar

Nas fases iniciais, o retinoblastoma não provoca sintomas, por isso, a avaliação oftalmológica nos primeiros meses de vida é fundamental. Com o aumento da lesão, o reflexo da pupila passa a apresentar uma alteração perceptível. Isso quer dizer que, diante do flash de uma câmera, os olhos ficam vermelhos na foto. Em crianças com retinoblastoma, o reflexo aparece branco e brilhante, semelhante aos olhos de um gato. Ao observar essa característica, o ideal é consultar um oftalmologista o quanto antes. Mas não espere esse sinal para buscar ajuda. A recomendação é levar seu filho ao oftalmologista periodicamente, como você verá a seguir.

Detecção precoce

A recomendação é visitar um especialista alguns dias após o nascimento e repetir os exames oculares após seis semanas de vida do bebê. Se tudo estiver bem, as consultas devem ser anuais, de acordo com a orientação do médico, até os cinco anos de idade. Mesmo se o teste do olhinho, realizado no momento do nascimento, for normal, a avaliação de um oftalmopediatra continua mandatória.

O médico irá avaliar o comportamento visual e resposta da criança à luz, bem como os movimentos e eventuais alterações em sua visão, além de checar as estruturas oculares e o fundo do olho. Isso ajuda a diagnosticar não só o retinoblastoma como outros problemas que podem surgir no nascimento, como a catarata congênita.

E se o tumor aparecer?

Atualmente, existem várias opções de tratamento disponíveis, entre elas, cirurgia, radioterapia, fotocoagulação, crioterapia, termoterapia e quimioterapia, que devem ser consideradas pelo especialista individualmente. Mesmo depois de finalizar o esquema terapêutico, a criança deverá fazer exames regulares, durante algum tempo, que costuma variar caso a caso. Se o retinoblastoma for hereditário, o controle deverá ser mais rigoroso, para rastrear possíveis tumores que podem vir associados.

Fonte: Dr. Diego Verginassi, oftalmologista especializado em retina e vítreo da Lotten Eyes.

Alimentação saudável para os olhos

20 mar 2019 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Uma dieta nutritiva também beneficia a saúde ocular, ajudando, inclusive, a prevenir doenças.

Que a alimentação é determinante para a saúde do organismo, está mais do que claro. Mas, talvez, não seja tão óbvia a relação entre comer bem e enxergar com nitidez por anos a fio. O fato é que uma dieta balanceada tem um impacto significativo na visão. Isso porque alguns nutrientes, como vitaminas e sais minerais, contêm substâncias antioxidantes, ou seja, que combatem o processo natural de oxidação (e envelhecimento) dos tecidos, incluindo os oculares. Outros, como as gorduras benéficas, contribuem com a lubrificação dos olhos em quem sofre de ressecamento, por exemplo. Em resumo, suas escolhas alimentares têm potencial de contribuir com a saúde dos seus olhos.

Para se ter uma ideia, um estudo publicado pelo National Eye Institute (EUA) identificou que uma combinação de certos antioxidantes e zinco é capaz de baixar em 25% o risco de avanço da degeneração macular relacionada à idade, ou DMRI, que está por trás da perda de visão.

Este é só um dos exemplos. Veja outros nutrientes que favorecem a visão e em quais alimentos é possível encontrá-los:

Vitamina A – É essencial para o bom funcionamento dos olhos, devido à sua ação de combate ao envelhecimento de tecidos. Uma dieta pobre em vitamina A favorece a degeneração do cristalino, a lente natural dos olhos, e alterações no tecido da retina. Por essa razão, sua deficiência no organismo pode causar a cegueira noturna, que é a dificuldade de enxergar em lugares mais escuros. Para que a vitamina seja produzida pelo organismo, é necessário ingerir alimentos com betacarotenos, pigmentos que constituem a mácula, região dos olhos responsável pela nitidez da visão. Além da cenoura, outros alimentos ricos em vitamina A são o mamão papaya, o brócolis, a abóbora, a manga, o espinafre, a laranja, a batata-doce, o ovo e o queijo, entre outros.

Vitamina C – É mais uma aliada contra o desenvolvimento de catarata e degeneração macular relacionada à idade. Sem contar que auxilia na redução da pressão intraocular, minimizando o risco de glaucoma (lesão do nervo óptico devido ao aumento da pressão). A vitamina C é encontrada em alimentos como acerola, goiaba, mamão, pimentão, brocólis, couve de Bruxelas, morango, abacaxi, laranja, kiwi, melão cantaloupe, couve-flor, couve, framboesa, acelga, tomate e limão.

Vitamina E – Estudos mostram que, quando associada a outras vitaminas, ela ajuda a desacelerar a progressão da DMRI. Algumas de suas fontes são amêndoas, brócolis, amendoim, espinafre, semente de girassol, azeite, mamão, kiwi, cenoura, pepino, abacate, couve e castanha-do-Pará.

Zinco – Os olhos apresentam uma grande concentração deste mineral em sua constituição e ele tem um papel fundamental para a cicatrização e função imunológica. É encontrado em alimentos como grão-de-bico, ervilha, feijão, carne vermelha e cereais integrais.

Luteína – Essas substâncias também são antioxidantes importantes, que protegem os olhos da exposição à luz, desacelerando a evolução de doenças como a catarata e a degeneração macular relacionada à idade. Brócolis, milho, pimentão e ovos são ricos em luteína, mas, em alguns casos, o oftalmologista também pode optar por prescrever suplemento da substância.

Ácidos Graxos e Ômega-3 – São gorduras essenciais, que desempenham importantes funções no desenvolvimento e no funcionamento do cérebro e da retina. Como não são produzidas pelo nosso corpo, só podem ser obtidas por meio da ingestão de alimentos como linhaça, óleo de soja, chia, nozes, sardinha, atum, arenque, anchova, e algas marinhas. Esse tipo de gordura também contribui com o alívio do olho seco, um problema que acomete cerca de 50% da população. Em condições normais, os olhos têm uma camada gordurosa, composta por ômegas, entre outras substâncias. Dessa forma, a ingestão de suplementos do nutriente, principalmente à base de óleo de linhaça, ajudam o paciente que tem uma tendência ao ressecamento ocular.

Fonte: Dr. Gabriel Gorgone, oftalmologista da Lotten Eyes.

Córnea mais fina e em formato de cone? É ceratocone!

28 fev 2019 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

O ceratocone é uma doença progressiva que faz com que a córnea fique cada vez mais fina e abaulada, com semelhança ao formato de um cone. Geralmente, começa a se desenvolver na adolescência – dos 13 aos 18 anos – e pode afetar igualmente os dois olhos ou evoluir mais em um deles. Quem tem este problema, vê as imagens borradas e distorcidas, para longe e para perto e sente dor de cabeça pelo esforço realizado para enxergar. A evolução do quadro gera mudanças frequentes no grau dos óculos, sem apresentar melhora satisfatória da visão após a troca.

Como detectar?

Ao apresentar estes sintomas, procure um oftalmologista para a realização de exames para avaliação da córnea (clínico, topografia e paquimetria ultrassônica, por exemplo) e confirmação do diagnóstico. Por conta do seu caráter progressivo, a doença deve ser avaliada de perto pelo oftalmologista, inicialmente, a cada quatro meses.

Tratamentos

Para brecar a evolução do ceratocone e melhorar a qualidade da visão, pode ser indicado o uso de óculos ou lentes especiais, crosslinking (procedimento para fortalecer as fibras de colágeno da córnea, com o uso de colírio com vitamina B12 associado à exposição prolongada a uma luz especial) e, em último caso, o transplante da córnea. O oftalmologista deve avaliar qual é a solução mais indicada para cada caso.

Você sabia?

Coçar os olhos também pode influenciar a progressão do ceratocone, por isso, quem tem alergias pode sofrer mais. Uma solução é usar um colírio antialérgico indicado pelo oftalmologista.

Fonte: Dr. Hallim Feres Neto, oftalmologista da Lotten Eyes.

Cuidados com a saúde ocular durante a menopausa

26 fev 2019 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

A menopausa é uma etapa da vida da mulher em que ocorre a última menstruação e, consequentemente, um declínio natural na produção de hormônios reprodutivos. Geralmente começa entre os 45 e 55 anos e traz uma série de mudanças e adaptações ao corpo da mulher, inclusive, para os olhos. Por isso, nesta fase, é importante consultar um oftalmologista para avaliar o impacto dessas mudanças à saúde ocular.
O que acontece com os olhos?
As grandes alterações hormonais que ocorrem nesta fase da vida mulher provocam mudanças no metabolismo dos olhos e diminuem a produção do filme lacrimal e, consequentemente, a lubrificação dos olhos. Este quadro favorece o surgimento de doenças como a síndrome do olho seco e de sintomas como vermelhidão, sensação de areia, ardor, coceira nos olhos e maior sensibilidade à luz.
Segundo a Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (ABCCR), durante a menopausa, as chances de desenvolver catarata aumentam. A queda da produção de estrogênio altera a composição do cristalino (a lente natural do olho) e favorece a produção da proteína que causa a catarata, que era bloqueada pela ação do hormônio. Como consequência, a acuidade visual diminui e, com a progressão da doença, a nitidez da visão também.
Assim como a catarata, a doença macular relacionada à idade (DMRI) também está relacionada ao envelhecimento do organismo. O problema tem origem no desgaste da mácula, área da retina responsável pelo centro da visão e que permite perceber detalhes, como reconhecer cores e o rosto das pessoas ou ler um livro. Seus principais sintomas são embaçamento de visão, geralmente lento ou abrupto, e distorção de imagens.
Diagnóstico
O acompanhamento médico pode corrigir ou pelo menos minimizar os sintomas destas enfermidades, que podem ser diagnosticadas com exames de mapeamento de retina e biomicroscopia com lâmpada de fenda.
Prevenção
Após os 40 anos, mesmo se a mulher não apresentar nenhum sintoma, é recomendável que ela procure um oftalmologista anualmente ou ao apresentar qualquer alteração visual. Caso apresente alguma doença sistêmica, como diabetes, lúpus, procurar uma avaliação do oftalmologista para complementar a avaliação do médico que está tratando a doença de base.
Adotar hábitos saudáveis, praticar atividade física e proteger os olhos contra a radiação ultravioleta também ajuda a afastar doenças.
Fontes consultadas: Dra. Débora Espada (CRM 113.110/SP), oftalmologista da Lotten Eyes.

Oftalmopatia de Graves: o elo entre os olhos saltados e o hipertiroidismo

26 fev 2019 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

A principal causa de olhos saltados em adultos jovens é a Oftalmopatia de Graves, uma doença autoimune (quando o sistema imunológico do corpo ataca as células saudáveis) causada pelo ataque de anticorpos aos músculos e à gordura localizados atrás dos olhos. Eles aumentam de tamanho e deslocam o globo ocular para frente, podendo comprometer a visão.

Os anticorpos também atacam a tireoide – glândula localizada no pescoço e responsável por regular órgãos importantes, como coração, cérebro, fígado e rins –, provocando uma produção exagerada de hormônio e causando o hipertiroidismo.

Diagnóstico

Como outras inflamações e tumores também podem deixar os olhos saltados, ao notar este sintoma, é crucial consultar um oftalmologista para avaliar as causas e buscar o tratamento adequado. Os principais sintomas do hipertiroidismo são ansiedade, nervosismo, palpitação, tremor e sudorese das mãos. Os sintomas oculares podem aparecer junto ou depois deles.

A avaliação é feita com exames clínicos, de imagem (tomografia computadorizada, ressonância e ultrassonografia ocular) e exames de sangue, para avaliar a função da tireoide.

Tratamentos

Quando há dor e inflamação nos olhos, o oftalmologista pode prescrever alta dosagem de corticoide ou radioterapia orbitária. Em casos mais graves, pode ser indicada uma cirurgia para diminuir a pressão que o músculo provoca sobre o nervo óptico. Também é imprescindível parar de fumar, pois o tabagismo é o principal fator de risco e agravamento da oftalmopatia de Graves.

O tratamento do hipertiroidismo costuma aliviar os sintomas oculares, por isso é essencial fazer o acompanhamento junto com um endocrinologista.

Fonte: Dr. Luis Paves, oftalmologista da Lotten Eyes.

Descolamento de retina: saiba como prevenir

21 fev 2019 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

O exame de mapeamento de retina anual ajuda a identificar a doença precocemente
O descolamento de retina é uma doença grave e que, em muitos casos, pode levar à cegueira total. Ela pode ocorrer espontaneamente em qualquer pessoa, mas pacientes com alta miopia ou que tiveram algum tipo de trauma direto na região dos olhos têm maior risco de ter o problema.

Causas

Dentro dos olhos, há uma substância chamada humor vítreo, com consistência de gel e aderido à retina, que preenche toda a cavidade existente no fundo do olho. Com a idade, essa substância vai se “liquefazendo”, mas algumas partes podem estar mais aderidas e “puxar” a retina. Essa tração pode gerar um rasgo na retina e fazer com que o líquido se infiltre nessa região, causando o descolamento. Pacientes com alta miopia e trauma nos olhos têm maior chance de sofrerem esses rasgos, portanto, nesses casos, vale redobrar os cuidados.

Principais sintomas

O principal sintoma do descolamento é uma mancha na visão que não melhora e que progressivamente vai tomando conta de todo campo visual. Antes do descolamento ocorrer, o paciente pode perceber flashes de luz e o aparecimento súbito de pontos pretos na visão. Esses são sintomas de que o gel vitreo pode estar tracionando a retina e o paciente deve procurar o oftalmologista imediatamente.

Prevenção

Uma das principais recomendações para evitar o descolamento de retina é a realização do mapeamento de retina anual, pois este exame permite identificar lesões que favorecem o problema. Quando detectada essas lesões ou rasgos na retina, o médico pode realizar a fotocoagulação a laser, um tratamento com aplicação de laser no local.

Tratamento

O único tratamento disponível para o descolamento de retina é a cirurgia. Quanto mais precoce e inicial a detecção, melhores serão as condições de recuperação.

Fonte: Dr. Diego Verginassi, oftalmologista especializado em retina e vítreo da Lotten Eyes.

Saúde ocular e produtividade

1 fev 2019 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

O check-up oftalmológico é um serviço oferecido pela Lotten Eyes, sem custo, para avaliar a saúde ocular dos colaboradores

A exposição cada vez mais frequente a telas de computadores, celulares e televisão e um número crescente de casos de miopia podem afetar a produtividade e a qualidade de vida das pessoas. A Organização Mundial da Saúde estima que daqui a 30 anos, metade da população mundial terá miopia. Além disso, esse e outros erros de refração, como hipermetropia, astigmatismo e presbiopia, são as principais causa de deficiência visual no Brasil, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Quando não corrigidos ou tratados adequadamente, comprometem a produtividade no trabalho e nos estudos e a qualidade de vida.

Visão vs. Produtividade

A boa visão dos funcionários é crucial para garantir o bem-estar no trabalho e a produtividade da empresa, pois favorece a realização das atividades diárias com agilidade e qualidade.

Veja outros benefícios:

• Enxergar sem esforço – Quem tem um problema de visão e não o corrige, muitas vezes sem perceber, abre e fecha os olhos, na tentativa de fixar a visão em objetos para conseguir observá-los;
• Economia de tempo – Menos esforço para enxergar significa menos tempo para finalizar uma tarefa;
• Produtividade aumentada – Enxergando melhor, fica mais fácil se atentar aos detalhes e perceber erros com mais facilidade;
• Melhoria da concentração – A eliminação de fatores incômodos, causados por problemas de visão, como dor de cabeça e esforço para enxergar, proporciona mais conforto e tranquilidade para a realização das funções e aumenta a concentração;
• Redução de problemas como dor de cabeça, dor ocular e cansaço, entre outros.

Óculos de Proteção

Algumas atividades exigem o uso de equipamentos de proteção individual (EPI), como por exemplo, os óculos protetores. Esses acessórios são muito importantes para prevenir acidentes oculares. Quem tem problemas de visão deve optar por modelos com grau.

Lotten nas empresas

Quer ter certeza de que a sua equipe está enxergando bem? É só agendar um check-up oftalmológico gratuito na sua empresa. A Lotten Eyes examina seus funcionários e fornece orientações sobre eventuais alterações e hábitos que prejudicam a visão.

Basta que o RH entre em contato pelo e-mail checkup@lotteneyes.com.br. Veja mais detalhes: http://www.lotteneyes.com.br/nosso-projeto/.

Secreção nos olhos: quando procurar um oftalmologista?

31 jan 2019 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

A secreção é motivo de preocupação quando é produzida em excesso, apresenta coloração amarela ou esverdeada, textura grudenta ou é acompanhada por algum sintoma como dor, vermelhidão, lacrimejamento, sensação de areia nos olhos e ardência. Nesses casos, deve-se consultar um oftalmologista.

Como as remelas são produzidas?
A superfície ocular é a mucosa com maior exposição ao meio ambiente e compreende as pálpebras, a conjuntiva, a córnea e o filme lacrimal. Este último consiste em uma película que oferece proteção anatômica, fisiológica e imunológica, composta por três camadas: a mais interna, formada por muco, auxilia na umidade e permite a distribuição uniforme da lágrima. A segunda camada, a aquosa, mantém nossos olhos lubrificados e os defende de possíveis infecções. Por fim, a camada mais externa é oleosa, constituída por lipídeos, e ajuda a impedir a evaporação da lágrima.
Com o resfriamento do corpo, essa película se torna sólida, esbranquiçada e parecida com uma cera, o que ocorre mais à noite. Além disso, durante o sono, há um relaxamento dos ductos das glândulas que produzem o óleo. A anatomia da pálpebra faz com que essas secreções escorram e se acumulem nos cantos. Por isso, é comum acordarmos com “remelas” nos cantos dos olhos.

Quais as principais afecções oculares que causam secreções nos olhos?

Algumas doenças levam à instabilidade do filme lacrimal e comprometem a integridade da superfície ocular, podendo causar secreções. Veja alguns exemplos:

Conjuntivite: é uma inflamação na conjuntiva, a membrana transparente que recobre toda a região branca do olho e a superfície interna das pálpebras. Os sintomas mais comuns são vermelhidão e secreção, que pode ser aquosa, com muco ou pus. Se a causa for viral, o quadro geralmente é autolimitado, mas, se for desencadeado por bactérias ou por algum agente tóxico ou alérgico, será necessário recorrer a medicamentos prescritos por um oftalmologista. Para amenizar os sintomas e aumentar o conforto visual, é recomendável fazer compressas geladas, além de usar colírio lubrificante, de preferência, sem conservantes, pois são menos tóxicos para a superfície ocular.

Blefarite: é uma inflamação das pálpebras e das estruturas associadas, incluindo pele, cílios e glândulas. Está relacionada à colonização das pálpebras por bactérias da flora normal da pele e à disfunção das chamadas glândulas meibomianas, com consequente aumento de oleosidade na região.
O problema pode vir acompanhado de irritação, lacrimejamento, secreção, sensação de areia, coceira, vermelhidão, crostas nos cílios, sensibilidade à luz e até dor ou diminuição da visão, alternando fases de piora com períodos assintomáticos. A base do tratamento é a higiene contínua das pálpebras, com compressas mornas e shampoo neutro, além do uso de lubrificantes, pomadas antibióticas e medicação oral, a critério médico. Por se tratar de uma doença crônica, deve ser acompanhada periodicamente por um oftalmologista.

Alterações palpebrais: trata-se de anormalidades na posição das pálpebras e dos cílios, como o entrópio (a pálpebra se dobra para dentro), o ectrópio (ela se dobra para fora), lagoftalmo (não fecha), triquíase (cílios crescem em direção aos olhos), entre outros, capazes de gerar prejuízo à integridade da superfície ocular e produzir sintomas como lacrimejamento, irritação e secreção. O tratamento deve ser direcionado à causa e realizado sempre pelo oftalmologista.

Olho seco: é uma doença multifatorial da lágrima e da superfície ocular, que resulta em instabilidade do filme lacrimal e sintomas como sensação de ressecamento e corpo estranho, queimação, vermelhidão, embaçamento transitório da visão e secreção. Pode ser devido à deficiência aquosa ou evaporativo, quando há disfunção das glândulas. O oftalmologista deve ser consultado para indicar o tipo de colírio mais adequado.

Fonte: Dra. Elisa Piantino, oftalmologista da Lotten Eyes (SP).

Conjuntivite no verão: saiba como se proteger

29 jan 2019 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Praias, piscinas, aglomeração de pessoas… Tudo isso aumenta os riscos de pegar a doença nesta estação
No verão, cresce a probabilidade de contrair conjuntivite. A explicação é simples: as pessoas praticam mais atividades ao ar livre, frequentam locais com grande circulação de pessoas, como praias, clubes e piscinas. Ou seja, o contato direto entre elas é maior.
Por isso, confira algumas dicas valiosas para fugir dos surtos típicos do calor:

  • Higienize as mãos frequentemente com água e sabão ou álcool antisséptico;
  • Evite coçar os olhos, sobretudo se as mãos não estiverem limpas;
  • Troque as toalhas de banho todos os dias e não as compartilhe com outras pessoas;
  • Substitua a roupa de cama com mais frequência.
  • Evite cumprimentar com as mãos ou dar beijos em pessoas que estejam com os olhos vermelhos ou com secreção aparente.
  • Redobre os cuidados em ambientes coletivos, como shoppings, cinemas, praia e piscina, para evitar o contágio;
    E se eu pegar conjuntivite?
    A principal orientação é consultar um oftalmologista para obter um diagnóstico preciso e o tratamento adequado, com a indicação correta de medicamentos. O médico também fornecerá um atestado para se ausentar do trabalho (ou da escola) por alguns dias, a fim de evitar a transmissão. Vale lembrar que a automedicação é perigosa, pois só um médico é capaz de identificar a causa da conjuntivite (bactéria, vírus ou agente tóxico) e indicar o tratamento apropriado.
    Como tratar o problema?
    A conjuntivite é uma inflamação na conjuntiva, a membrana transparente que recobre toda a região branca do olho e a superfície interna das pálpebras. Na maioria das vezes, ela é causada por vírus e é autolimitada, ou seja, vai embora sozinha e os sintomas desaparecem em até 15 dias. Mas, se o quadro for desencadeado por bactérias ou um agente tóxico, é necessário recorrer a medicamentos específicos.
    Para amenizar os sintomas e aumentar o conforto visual, é recomendável fazer compressas com gaze e soro fisiológico gelado, além de usar colírio lubrificante, de preferência, sem conservantes, pois são menos tóxicos para a córnea.

E se não tratar, o que acontece?
Algumas conjuntivites podem gerar complicações à córnea e comprometer a visão, por isso, é importante seguir as orientações do oftalmologista.
Fonte: Dr. Gabriel Gorgone, médico cirurgião especialista em córnea da Lotten Eyes.

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