Injeção no olho?

16 ago 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

A chamada injeção intravítrea é uma terapia eficaz para barrar o comprometimento da visão provocado por algumas condições. Parece aflitivo? Pois saiba que o procedimento é rápido e causa pouco desconforto.
Algumas doenças dos olhos provocam o surgimento de vasos sanguíneos anormais na retina e prejudicam sua funçã

o de formar as imagens. Como consequência, ocorre a perda progressiva e irreversível da visão.

É o caso da Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), que como o próprio nome sugere, consiste na deterioração d

a mácula (área central da retina) que processa os detalhes dos objetos. E também da retinopatia diabética, em que o excesso de açúcar no sangue é o responsável por afetar os vasos oculares. Além dessas doenças, o glaucoma de origem neovascular — que acomete o nervo óptico, cuja função é conduzir as imagens do olho ao cérebro – e as tromboses (quando vasos entopem e geram inchaço na retina) apresentam as mesmas complicações dos vasos anormais e, portanto, têm as injeções como recurso terapêutico.

O tratamento atua no bloqueio do mecanismo de proliferação dos vasos anômalos. No entanto, é necessário manter o acompanhamento e repetir o procedimento se houver recorrência da situação.
Por mais aflitiva que pareça a introdução de uma agulha no olho, a injeção é praticamente indolor e dura poucos minutos. O paciente entra na sala e o médico aplica um colírio anestésico. Aí vem a picada e mais uns minutinhos de repouso. Em seguida, o paciente está liberado para voltar pra casa.

O tratamento é bastante seguro e as complicações, como infecção ou descolamento de retina, são muito raras. É natural que o paciente sinta um desconforto discreto após deixar a clínica oftalmológica, mas, no dia seguinte já pode retomar sua rotina. A exceção é a atividade física, que deve ser interrompida por um curto período, conforme orientação médica.

Catarata pode causar cegueira. Fique atento aos sintomas

1 ago 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a catarata é responsável por 47,8% dos casos de cegueira no mundo. A causa mais comum é o envelhecimento do cristalino – uma lente natural do olho, que focaliza as imagens -, acentuado, em média, após os 60 anos. Mas a doença pode aparecer em qualquer idade e, por isso, é importante ficar atento aos sintomas.

“A pessoa com catarata tem uma piora gradual da visão, que muitas vezes é confundida simplesmente com a necessidade de mudar os óculos. Ela passa a ver as coisas com menos nitidez tanto para longe como também para perto”, explica o Dr. Hallim Féres Neto, oftalmologista da Lotten Eyes.

Fatores de risco

Além da idade avançada, existem outros fatores de risco que aumentam as chances do diagnóstico de catarata. Entre eles, está o tabagismo, consumo de álcool, exposição excessiva à luz do sol, diabetes e até o uso contínuo de alguns medicamentos, como corticóides.

“A catarata causa piora progressiva na visão, alterações do grau e problemas na definição de contraste e cores. Nos casos mais graves, pode levar à cegueira”, alerta o especialista.

Diagnóstico e tratamento

Para evitar que a doença progrida, é importante identificá-la o quanto antes. O diagnóstico é realizado por meio de um exame oftalmológico, onde verifica-se a visão e a transparência do cristalino (essa lente vai aos poucos impedindo a imagem de entrar no olho). Nos casos mais graves – quando a catarata provoca perda de visão -, contudo, é possível reverter a cegueira por meio de uma cirurgia, como explica o Dr. Hallim:

“A cirurgia é muito segura, com a remoção do cristalino e sua troca por uma lente acrílica artificial, em um procedimento que se chama facoemulsificação. Nessa troca, podemos inclusive escolher uma nova lente que compense as dificuldades de grau que o paciente tinha antes (miopia ou astigmatismo, por exemplo), permitindo, em alguns casos, que ele possa largar os óculos”.

Saiba como limpar suas lentes de contato

31 jul 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Lentes de contato são uma ótima opção para quem não gosta de usar óculos ou não conseguiu se adaptar a esses acessórios. Existem basicamente quatro tipos de lentes: diárias, quinzenas, mensais, e anuais (de troca programada). É importante consultar o oftalmologista para que ele recomende a lente mais adequada, já que cada pessoa tem uma necessidade de correção visual e um estilo de vida diferente.

Para as lentes de troca programada, porém, os cuidados com a higienização devem ser redobrados para evitar infecções. A limpeza correta evita desde conjuntivite até complicações mais graves, como úlcera de córnea.
Confira as dicas do Dr. Dr. Hallim Féres Neto, oftalmologista da Lotten Eyes:

  1. Faça a higienização todos os dias antes de dormir
  2. Lave bem as mãos e seque-as com uma toalha limpa
  3. Retire a lente de contato de um olho e coloque-a na palma de sua mão
  4. Derrame a solução prescrita pelo seu oftalmologista sobre a lente, cobrindo-a. Não utilize soro fisiológico!
  5. Enxague-a com a solução
  6. Coloque a lente de contato no estojo e cubra-a com a solução.
  7. Feche o estojo e repita o procedimento com a lente do outro olho.
  8. Ao acordar, retire as lentes do estojo e faça novamente a limpeza com a solução.

Como perceber se o seu filho tem algum problema de visão

31 jul 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

É possível identificar se uma criança está com dificuldades para enxergar já nos primeiros anos de vida, evitando complicações futuras. Venha entender como

Normalmente, as crianças não dão indícios muito claros de que não estão enxergando bem. Além da dificuldade para verbalizar os sintomas, elas entendem como normal o embaçamento da visão. Por isso, é importante ficar atento para identificar os sinais mais sutis.

“Às vezes, a criança não se move com tanta firmeza, ou cai muito. Os pais, automaticamente, associam essa dificuldade com problemas motores, quando na verdade ela pode estar enxergando mal”, alerta a Dra. Francieli Agrizzi, oftalmopediatra da Lotten Eyes. “Preste atenção se ela se aproxima muito dos livros, da lousa ou da televisão para enxergar melhor , aperta os olhinhos pra ver com nitidez ou ainda se tem queixas de dor de cabeça, apresenta lacrimejamento ou estrabismo (“vesgueira”). Até o desinteresse por leitura ou baixo rendimento escolar podem ser sinais de alerta.”

Outra maneira de detectar um problema é por meio de fotos. Os pais podem tirar uma fotografia e observar o reflexo vermelho na área da pupila de seus filhos.

“Nosso olho funciona como uma ‘câmera fotográfica’, o que torna possível vermos o reflexo vermelho da retina em algumas fotos tiradas com flash. Para que esse reflexo seja visto, é importante que o eixo óptico visual esteja livre, isto é, sem nenhum obstáculo à entrada e saída de luz pelo orifício pupilar. Caso seja possível identificar alguma mancha branca ou acinzentada, ou ainda diferença entre os reflexos dos dois olhos, é necessário procurar imediatamente um oftalmologista para uma avaliação mais completa”, explica a especialista.

Plasticidade visual

De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, três em cada vinte crianças de até 10 anos apresentam alguma dificuldade para enxergar. Como a visão se desenvolve nos primeiros anos de vida, o quanto antes um problema for diagnosticado e tratado, maior a possibilidade de corrigi-lo.

“90% da visão se desenvolve até os dois anos de idade. É o período de maior plasticidade visual. Os outros 10%, até oito, nove anos. Tudo que conseguirmos detectar mais precocemente é melhor. Toda e qualquer alteração durante essa fase, que não tenha sido corrigida, pode acarretar prejuízos à visão para o resto da vida. Vemos muitas crianças usando tampão, devido ao que chamamos de “olho preguiçoso” – quando a visão em um dos olhos está reduzida – e isso deve ser tratado na infância. Temos recursos e equipamentos específicos para examinar as crianças e tratá-las desde cedo”, reforça a Dra. Francieli.

Teste do olhinho

Também conhecido como Teste do Reflexo Vermelho, o teste o olhinho é realizado em muitos estados do Brasil já na primeira semana de vida do recém-nascido, de preferência ainda na maternidade. É um exame simples, rápido e indolor, que detecta doenças congênitas, como catarata, glaucoma ou tumores (retinoblastoma). É importante realizá-lo, mas ele não exclui outros exames necessários, como explica a médica:

“O teste consiste na percepção do reflexo vermelho, que aparece ao ser incidido um feixe de luz sobre a superfície retiniana. É um exame de extrema importância, mas mesmo estando normal, não exclui a necessidade de um avaliação oftalmológica mais completa com o oftalmopediatra no primeiro ano de vida. Por exemplo, se a criança tiver alguma diferença de grau entre um olho e outro, ou qualquer outra alteração periférica, só o exame sob dilatação das pupilas será capaz de detectar.”

Cirurgia Refrativa: diminua ou até elimine a dependência de óculos e lentes de contato

18 jul 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Uma cirurgia a laser, segura, indolor e sem necessidade de internação, permite que os portadores de deficiências oculares – como miopia, hipermetropia e astigmatismo –passem a enxergar melhor. Venha entender mais

De acordo com estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), 25% da população mundial têm miopia, que apresenta, como principal sintoma, a dificuldade em enxergar objetos que estão distantes. Somando outras alterações oculares, como hipermetropia e astigmatismo, o percentual fica ainda maior. O resultado disso? A necessidade de óculos de grau e lentes de contato, acessórios que, embora auxiliem a pessoa a ver com mais nitidez, podem causar incômodo e se tornar indesejáveis.
Com um procedimento seguro e rápido, chamado cirurgia refrativa, dá para diminuir o uso ou até aposentá-los de vez. “O procedimento corrige, principalmente, miopia, hipermetropia e astigmatismo. Em algumas situações, conseguimos melhorar também a presbiopia (popularmente conhecida como “vista cansada”, mais comum após os 40 anos)”, explica o Dr. Hallim Féres Neto, oftalmologista da Lotten Eyes.
Existem algumas técnicas para realizar a cirurgia refrativa. “Para corrigir o erro utilizamos um aparelho chamado Excimer Laser Refracional, que altera o formato da córnea (uma das lentes do olho, um tecido transparente localizado na parte anterior do olho). O procedimento dura cerca de 6 ou 7 minutos para os dois olhos.”

Segurança e eficácia

Além da simplicidade e da rapidez, a cirurgia é considerada extremamente eficaz, segura e confortável, com a aplicação de apenas algumas gotas de um colírio anestésico. “Estudos mais recentes indicam que 90% dos pacientes ficam com grau residual menor ou igual a 0,50. Menos de 5% precisam continuar usando óculos ou lentes de contato, ou ainda necessitam de um novo procedimento futuramente”, dizHallim. “É uma das cirurgias mais realizadas no mundo, de forma segura. Quando há alguma complicação, geralmente tem relação com uma indicação incorreta. Por isso, é necessária uma avaliação completa para determinar se a cirurgia refrativa é recomendável”.

Pós-operatório: retorno rápido à rotina sem grandes complicações

Como dispensa a necessidade de internação, o paciente pode voltar ao trabalho em até três dias. “Em uma semana, as outras atividades usuais, como treino na academia, também podem ser retomadas. Alguns esforços mais intensos, porém, exigem um tempo maior de recuperação. Para natação, esportes com luta e bola, o paciente precisa esperar, aproximadamente, 30 dias”, avisa o especialista.

O pós-operatório não apresenta grandes complicações. Entre os efeitos colaterais, está a possibilidade de algum desconforto e sensibilidade à luz. Nesses casos, a recomendação é utilizar óculos escuros enquanto os sintomas persistirem. Se os olhos ficarem um pouco mais secos, o paciente pode recorrer aos colírios lubrificantes.

Quem não pode operar
Para evitar riscos, o oftalmologista deve avaliar o paciente por meio de exames pré-operatórios e determinar não somente quando é preciso realizar a intervenção, mas também a melhor técnica a ser utilizada em cada caso. Conheça algumas contraindicações:

  • Idade inferior a 18 anos.
  • Gestantes.
  • Prescrição de óculos ou lentes de contato instável nos últimos dois anos.
  • Histórico de herpes ocular no último ano.
  • Doenças do colágeno (como artrite reumatóide e lúpus).
  • Doenças da córnea, como ceratocone.

Preserve sua visão

10 jul 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Prevenir ou controlar as principais causas de cegueira é a melhor forma de enxergar bem pela vida toda. Veja quais são elas e como contorná-las

Catarata senil

É quando o cristalino, a lente natural do olho, fica opaco, levando à perda progressiva da visão.
A boa notícia é que o problema é reversível com cirurgia, já que é possível substituir o cristalino por uma lente que cumpre a mesma função.
A principal causa da catarata senil é, como o próprio nome sugere, o envelhecimento. Mas existem alguns fatores que aceleram seu aparecimento e podem ser prevenidos. Um dos principais é a radiação solar. Por isso, o melhor que você pode fazer pelos seus olhos é usar óculos escuros sempre, com proteção UV e de boa qualidade. Parar de fumar é outra atitude positiva, além de manter os níveis de açúcar sob controle, já que há indícios de que o diabetes contribua com o aparecimento da catarata.

Retinopatia diabética
Como o próprio nome sugere, os danos são relacionados ao diabetes, já que o excesso de açúcar no sangue agride os vasos sanguíneos do fundo do olho.
Segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), cerca de metade dos pacientes com diabetes desenvolvem algum grau de retinopatia diabética, sendo que eles apresentam um risco 30 vezes maior de cegueira do que os indivíduos que não sofrem da doença.
Além de manter as taxas de glicose sob controle, com adesão ao tratamento prescrito pelo endocrinologista, alimentação adequada e atividade física, quem tem diabetes também precisa fazer um acompanhamento periódico com um oftalmologista. Se necessário, ele pode prescrever medicamentos, tratamento à laser ou cirurgia.

Glaucoma
A doença é caracterizada por uma lesão no nervo óptico, que capta as imagens na retina e as transmite para o cérebro, onde são interpretadas.
A principal causa do problema é o aumento da pressão interna do olho, que, aos poucos, vai provocando o dano.
O envelhecimento, o diabetes, a hipertensão, a miopia, o histórico familiar de glaucoma (em pais, filhos ou irmãos), a etnia (latinos e afrodescendentes) predispõem à elevação. Por isso, quem faz parte deste grupo de risco ou tem mais de 40 anos deve consultar um oftalmologista e, se necessário, fazer um tratamento para controle da pressão intraocular.

Degeneração Macular Relacionada à Idade
O quadro, mais comum a partir dos 60 anos, consiste na degeneração da mácula, uma região da retina que é responsável pelo centro da visão.
De acordo com o CBO, a radiação solar, uma dieta rica em gorduras e o hábito de fumar podem favorecer a ocorrência da doença. Portanto, evitá-los é uma forma de prevenção.
Mesmo que a degeneração se manifeste, existem formas de desacelerar sua progressão, como suplementação com vitaminas, injeções de medicamentos e terapias à base de laser. Mas, é fundamental um acompanhamento rigoroso para que o médico possa intervir, logo que a evolua.

Doenças oftalmológicas na infância
Infecções, glaucoma congênito e retinopatia da prematuridade são as principais causas de cegueira na infância.
A prevenção, portanto, deve começar no pré-natal, já que doenças maternas, como rubéola, sífilis e toxoplasmose podem comprometer a visão do bebê.
Ao nascer, a criança também deve ser submetida a um exame oftalmológico. O teste do olhinho, realizado, de preferência, na maternidade, ajuda a detectar catarata e glaucoma congênitos, entre outros problemas. E identificá-los precocemente representa a oportunidade de tratá-los, antes que comprometam a visão.
Depois, o acompanhamento deve ser seguido conforme a orientação médica, além de consultas pontuais, diante de traumas nos olhos, manchas, lacrimejamento persistente, vermelhidão ou indícios de dificuldade visual.
Manter a carteira de vacinação em dia, não usar medicamentos nos olhos da criança sem prescrição médica e tomar cuidado com produtos químicos e objetos pontiagudos também protegem, e muito, a visão infantil.

Conjuntivite: cada tipo, uma doença

3 jul 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Conjuntivite

Diagnóstico certeiro

A duração do episódio, a quantidade de secreção e as características da inflamação ajudam o médico a identificar a origem exata do problema. E por que isso é importante? Para adequar o tratamento. “Crises virais COSTUMAM SER autolimitadas, ou seja, regridem de forma espontânea. A gente só ameniza os sintomas com compressas frias e colírios lubrificantes”, exemplifica o Dr. Hallim Feres Neto, oftalmologista da clínica Lotten Eyes, em São Paulo.

No entanto, há exceções em que o vírus é muito agressivo, chegando a provocar a formação de uma membrana nos olhos, que pode precisar ser retirada na clínica oftalmológica. Se não for bem tratada, a crise pode deixar uma cicatriz na córnea, desencadeando sequelas, como piora da visão e intolerância à claridade.

Já as infecções bacterianas requerem uso de antibiótico, que requer prescrição médica. Ou seja, nada de pegar emprestado o medicamento que um familiar ou amigo usou antes. Cada caso é um caso. E seguir a risca o tipo de remédio, os intervalos entre as doses e a duração de uso evita que a bactéria fique resistente, piorando a situação.

O mesmo vale para os anti-inflamatórios, às vezes recomendados pelos especialistas diante de alguns quadros específicos de conjuntivite. “Eles podem ser comprados sem receita, mas o uso inadequado é arriscado. Primeiro porque podem ter efeitos colaterais, predispondo ao glaucoma—uma doença grave, capaz de evoluir para cegueira—ou à catarata”, justifica o Dr. Hallim. “E segundo porque episódios provocados por alguns vírus, como o da herpes, costumam se agravar com o uso dessas substâncias”, complementa.

Já as conjuntivites alérgicas tendem a aparecer em quem já tem histórico de alergia respiratória, como as rinites. Os recursos terapêuticos incluem anti-histamínicos e anti-inflamatórios, também a critério do médico.

Conjuntivite

Glaucoma é diferente de hipertensão

3 jul 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Glaucoma

A doença ocular é causada, principalmente, pelo aumento da pressão—mas, dentro do olho, especificamente. Já a hipertensão é quando a pressão sobe no organismo todo. Entenda a diferença e a importância do check-up visual.
“Tenho hipertensão, logo, vou ter glaucoma”. “Tenho pressão alta no olho, então, tenho hipertensão”. A confusão entre os dois problemas é comum, mas, embora eles guardem alguma relação, trata-se de duas condições absolutamente distintas.
“O glaucoma é uma lesão no nervo óptico, responsável por captar a informação visual na retina e enviá-la ao cérebro, para que seja processada”, esclarece o Dr. Hallim Feres Neto, oftalmologista da clínica Lotten Eyes, em São Paulo.
A principal causa desse dano, segundo ele, é o aumento da pressão intraocular, que sobrecarrega o nervo óptico de forma progressiva, podendo evoluir para cegueira irreversível. Quando há sinais de prejuízo dessa estrutura, tem origem o quadro de glaucoma, propriamente dito.
Mas, afinal, por que a pressão dentro do olho aumenta? O personagem central dessa história é o humor aquoso, aquela substância que preenche e nutre estruturas oculares, como a córnea e o cristalino. “Em algumas situações, há um desequilíbrio entre a produção e a drenagem dele, ou seja, o corpo fabrica demais e elimina de menos. Isso faz com que o composto se acumule, exercendo maior pressão no interior do olho. E quem mais sofre com isso é o nervo óptico”, contextualiza o Dr. Hallim.
Por que acontece?
Há várias pesquisas científicas que correlacionam determinados fatores a um maior risco de a pressão intraocular subir, favorecendo o surgimento do glaucoma.
Pessoas com idade avançada, diabetes, hipertensão, miopia, histórico familiar de glaucoma (em pais, filhos ou irmãos), latinos e afrodescendentes são mais suscetíveis. Portanto, devem redobrar os cuidados.
Uma informação importante: a alteração da pressão intraocular, por si só, pode passar despercebida, já que, nem sempre, promove sintomas. Quando, eventualmente, aparecem incômodos como vermelhidão ou dor nos olhos e turvação da visão, pode ser tarde, com o glaucoma já instalado.
Prevenir é melhor
Detectar a pressão intraocular alta precocemente é uma oportunidade de controlá-la antes que prejudique o nervo óptico. E, se o problema não costuma dar sinais, o ideal é apostar em um check-up com um oftalmologista. Por isso, quem tem mais de 40 anos ou um dos fatores de risco deve agendar uma consulta com um especialista. Por meio de um exame simples, rápido e indolor, o médico consegue medir a pressão intraocular e, se necessário, prescrever um tratamento para mantê-la nos parâmetros da normalidade. “Existem medicamentos próprios para isso e até mesmo técnicas cirúrgicas minimamente invasivas, que visam diminuir a pressão no interior do olho”, conclui o Dr. Hallim

Glaucoma é diferente de hipertensão

Lente de contato sob medida

15 jun 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Lentes de Contato

Lente de contato sob medida

Acertar na escolha é importante não apenas para o seu conforto, mas também para a prevenção de complicações sérias, capazes de levar à perda de visão. Entenda

Além do tipo e do grau de disfunção visual, a escolha de uma lente de contato também deve considerar a curvatura e o tamanho dos seus olhos. Isso porque, quando o encaixe não é perfeito, existe risco de atrito ou de a lente ficar justa demais, comprometendo a oxigenação ocular. O resultado pode ser grave: uma lesão na córnea, aquele tecido fino e transparente, que tem papel preponderante na formação das imagens. Portanto, em casos extremos, o problema pode evoluir para cegueira.

Por isso, tenha em mente que não é seguro optar por uma lente daquelas descartáveis, de tamanho único, sem conversar com um oftalmologista antes. É fundamental passar por uma consulta com seu médico, que fará a medição da córnea, indicando o formato correto.

Mesmo se você já faz uso de lentes de contato, é superválido passar por uma reavaliação para checar se está tudo em ordem. Caso apresente sintomas de que o acessório está inadequado, essa precaução se torna ainda mais urgente. Veja quais são os principais indícios:

Coceira
-Vermelhidão
-Lacrimejamento frequente
-Presença de secreção
-Ardência
-Sensação de que há algo estranho nos seus olhos
-Embaçamento
-Dor
-Inchaço

Lentes de contato sob medida

4 dicas para amenizar os olhos inchados

6 fev 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Cuidados com a visão

Seja por noites mal dormidas, lágrimas ou até mesmo excesso de bebida, os olhos inchados transmitem uma imagem de cansaço que não nos favorece em nada. Se esse problema faz parte da sua rotina, acompanhe as dicas abaixo:

1) USE GELO OU COLHERES GELADAS NA REGIÃO

Separe dois cubos de gelo, envolva-os em um pano e pressione levemente um em cada olho, por alguns minutos. Outra alternativa é colocar duas colheres de sopa bem-lavadas no congelador por alguns minutos e, em seguida, aplicá-las na região.

2) RECORRA AOS PRODUTOS ESPECÍFICOS

Alguns produtos para a região dos olhos – com cafeína, retinol, vitamina C ou ácido hialurônico – atenuam as olheiras e as bolsas desagradáveis que ficam na região abaixo dos olhos. Essas substâncias estimulam a circulação sanguínea do local, clareando os pigmentos escuros e diminuindo o acúmulo de líquidos. Consulte seu médico!

3) MASSAGEIE A ÁREA

Dar tapinhas leves com a ponta dos dedos na região é algo prático que também é indicado para ajudar a reduzir o acúmulo de fluidos responsáveis pelo aparecimento do inchaço.

4) UTILIZE ÁGUA MICELAR OU TERMAL

Esses produtos possuem características que acalmam a pele, além de purificar, suavizar e reequilibrar a cútis, proporcionando uma aparente melhora no inchaço dos olhos.

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