Seria possível corrigir o grau de longe e perto em uma única lente?

6 jul 2016 por Lotten Eyes    Sem Comentários    Postado em: Notícias

Sim! Existem várias maneiras de corrigir a deficiência para a visão de perto tão comum que ocorre após os 40 anos, chamada de presbiopia, ou vista cansada. As lentes capazes de corrigir problemas de visão para longe e perto se chamam multifocais. São lentes gelatinosas, disponíveis em vários tipos de opção de descarte e que atendem diversos graus.

Outra opção para correção de longe e perto é a técnica de adaptação chamada monovisão. Neste método, um olho (geralmente o dominante) é adaptado pra longe e o outro, para perto. Parece confuso, mas no período de adaptação ocorre o que chamamos de neuroadaptação, onde o paciente consegue fundir as imagens e enxergar de longe e perto sem dificuldades.

Para córneas muito irregulares ou ainda com alto astigmatismo, é possível corrigir a visão longe e perto com lentes rígidas. Consulte seu oftalmologista, só ele será capaz de decidir qual o melhor método para o seu caso.

Dra. Messody Zagury
CRM: 122646

Você usa lentes de contato? Fique atento a essas dicas!

6 jul 2016 por Lotten Eyes    Sem Comentários    Postado em: Notícias

As lentes de contato são hoje a alternativa preferida de muitas pessoas em relação aos óculos de grau. Entretanto, esta opção requer cuidados específicos. Confira abaixo algumas dicas importantes para suas lentes não se tornarem um problema.

1 – Manuseio: Todo cuidado é pouco! Estar em um ambiente adequado, como o banheiro, e sempre com as mãos higienizadas, faz com que as lentes se mantenham seguras.

2 – Tempo de validade: Muito popular entre os adeptos das lentes, as descartáveis possuem duração média de um mês. Não obedecer ao prazo do produto pode causar vista embaçada, olhos vermelhos e sensação de corpo estranho.

3 – Limpeza: Não use soro fisiológico, água ou qualquer outro líquido que não seja a solução especial para lentes.

4 – Crianças: Há quem tenha receio, mas não existe comprovação de problemas na visão de crianças causados pelo uso da lente. Vale ressaltar apenas que a garotada precisa ser bem orientada e mais “vigiada”, em função da pouca idade.

5 – Dormir: Esse é um dos principais problemas para quem usa lente. Cochilar por um período curto não causa danos aos olhos. Contudo, o problema está em criar o hábito de dormir de um dia para o outro com elas. O uso frequente das lentes aumenta as chances de infecção, pois não permitem uma oxigenação adequada da córnea.

6 – Mar ou piscina: Nestas situações, inclusive durante o banho, o indicado é deixar as lentes de lado. A água apresenta impurezas, que podem contaminar as lentes, inclusive machucar os olhos.

7 – Coloridas e sem grau: Não apresentam nenhum problema ao usuário, desde que usadas com orientação de um especialista. Inclusive, os cuidados devem ser os mesmos de uma lente de grau.

Apesar das dicas, vale lembrar que a indicação e adaptação de qualquer tipo de lente de contato devem ser acompanhadas por um oftalmologista.

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27 de Junho – Dia Internacional do Diabético

10 jun 2016 por Lotten Eyes    Sem Comentários    Postado em: Notícias

No dia 27 de Junho é comemorado o Dia Internacional do Diabético. A data tem o objetivo de promover a conscientização da sociedade sobre o diabetes e as formas de tratamento. Infelizmente, ainda não há cura para a doença, porém, há vários tratamentos disponíveis. Segui-los de forma regular é fundamental, proporcionando saúde e qualidade de vida para o paciente portador. Mas, você sabia que a diabetes pode também afetar os olhos?

Retinopatia Diabética é o nome que se dá ao comprometimento do fundo de olho causado pelo diabetes. Trata-se de uma complicação grave que, se não diagnosticada e tratada a tempo, pode provocar severa perda da visão. Como a doença atinge os dois olhos, existe o risco de cegueira bilateral.

A prevenção dos problemas oculares deve ser feita através do controle rigoroso do diabetes. Para tanto, é necessário acompanhamento médico permanente, com controle adequado da taxa de açúcar e acompanhamento oftalmológico periódico. Após 5 anos de doença, toda pessoa portadora de Diabetes deve se submeter a um exame oftalmológico preventivo, mesmo que não manifeste ou perceba qualquer alteração da visão. Outros fatores que tornam a doença mais grave são a hipertensão arterial e a gravidez. Nestas situações, o exame oftalmológico deve ser realizado o mais cedo possível.

O tratamento das lesões retinianas causadas pela doença é indicado quando há progressão da Retinopatia Diabética, com risco de comprometimento da visão central.  Nos casos indicados, o tratamento consiste no uso de laser. Os medicamentos com atividade anti-angiogênica têm sido usados como parte do tratamento, com resultados animadores.
Nos casos mais graves, os recursos de tratamento incluem as cirurgias do vítreo e retina.

Por se tratar de uma doença crônica, além do controle com o endocrinologista, o paciente portador de Diabetes precisa estar sempre sob observação oftalmológica devido ao risco de desenvolver as alterações oculares.

O inverno chegou: fique atento às doenças contagiosas

7 jun 2016 por Lotten Eyes    Sem Comentários    Postado em: De olho na saúde, Notícias, saúde

Os dias mais frios chegaram, e com eles, o risco de pegar alguma doença contagiosa. As pessoas costumam passar mais tempos em locais fechados, onde não há circulação de ar. E é aí que mora o perigo. As queixas mais comuns nesta época do ano são os casos de conjuntivite viral ou alérgica.

No caso da viral, a doença é contagiosa, e pode ser transmitida pelo contato com superfície infectada, como mãos, toalhas ou travesseiros. Os sintomas se iniciam com vermelhidão e incômodo em um dos olhos, afetando posteriormente o outro. O olho amanhece “grudado”, e durante o dia, fica vermelho e lacrimeja bastante.

Mas a conjuntivite não é o único problema ocular que se agrava no inverno. A Síndrome do Olho Seco também ocorre com frequência neste período do ano, caracterizada pela diminuição da produção de lágrimas. O diagnóstico pode não ser tão simples, já que o problema é muito confundido com outras infecções ou alergias.

Por isso, se você notar algum tipo de incômodo nos olhos, procure um oftalmologista. Algumas medidas simples no dia a dia podem garantir melhor qualidade de vida para quem quer curtir o friozinho sem se preocupar com doenças oculares. Evite locais fechados com ar-condicionado e redobre a higienização das mãos. Pisque voluntariamente quando usar o computador, e use óculos de sol ao sair.

Saiba mais sobre os prejuízos do uso excessivo de smartphones e computadores

11 mai 2016 por Lotten Eyes    Sem Comentários    Postado em: Notícias, saúde

É um hábito comum entre as pessoas, mas poucos se dão conta dos riscos correm ao passar boa parte do dia (e da noite) com os olhos grudados na telinha do celular ou do computador. De acordo com o Ophtalmology Journal, até 2050, cerca de 50% da população mundial vai precisar de óculos devido ao uso excessivo de aparelhos eletrônicos.

Segundo esses dados, serão cerca de 4,8 bilhões de pessoas com algum tipo de problema visual. Só para se ter uma ideia, em 2010, esse número era próximo a 2 bilhões, e representava 28,3% da população. O principal motivo, todos já conhecem: mudanças no modo de vida.

Além do tempo de exposição ao computador no trabalho, as redes sociais tornaram-se uma forma simples e barata de entretenimento que nos acompanha em qualquer lugar através dos smartphones. Pessoas com menos de 25 anos tendem a olhar para a tela do celular, pelo menos, 32 vezes por dia, acumulando 7 horas diárias de estresse nos olhos.

E esse vício no aparelho só tente a piorar ainda mais a visão a médio e longo prazo. Segundo os oftalmologistas, a luz azul-violeta prejudica a mácula, causando a sua degeneração. Tal problema é uma das principais causas de cegueira. Por isso, a principal recomendação dos especialistas é que se policie o uso das telas iluminadas, além de realizar exames oftalmológicos com frequência.

Catarata: saiba mais sobre a doença que atinge 45% da população acima dos 65 anos.

26 abr 2016 por Lotten Eyes    Sem Comentários    Postado em: Catarata, Notícias

Catarata

Atingindo mais de 160 milhões* de pessoas no mundo, a catarata é considerada a maior causa de cegueira evitável. No Brasil, são mais de 2 milhões*, com 120 mil novos casos todos os anos. Quanto antes diagnosticada e tratada, menores são as sequelas para os olhos.

A doença é caracterizada pela opacidade do cristalino, lente natural dos olhos. Isso causa uma visão nublada, como se os óculos estivessem embaçados. Com a evolução do problema, a pessoa passa a enxergar apenas vultos. Às vezes, o paciente se queixa de perda de contraste das cores, e troca frequentemente os graus dos óculos.

A causa mais comum da catarata é a senil, ou seja, o envelhecimento natural do cristalino ao longo da vida. Mas existe também uma forma mais rara da catarata, a chamada congênita, quando o bebê já nasce com a doença. Além dessas, existem também causas secundárias, como o uso de corticoides, doenças metabólicas, diabetes, uveítes, traumas e exposição excessiva à radiação ultravioleta.

O diagnóstico é feito pelo oftalmologista através do exame de biocroscopia, acompanhado de dilatação de pupila. Caso seja constatada a existência da catarata, exames complementares irão definir o diagnóstico. O tratamento é realizado através de cirurgia, pois não existem colírios ou qualquer outro tratamento clínico para a correção do problema. A cirurgia consiste na remoção do cristalino e aspiração do núcleo, com implante de lente intraocular.

Ainda tem dúvidas sobre a doença? Agora a Lotten Eyes conta com um novo canal de informação feito especialmente para você. O 0800 Lotten Eyes traz importantes informações sobre catarata como uma forma de prestação de serviços à comunidade. Sem custo algum, a população poderá saber mais sobre a doença, cirurgia, sintomas e tratamentos, além de poder agendar uma consulta.

Entre em contato conosco: 0800 887 1144

*Dados OMS

O que você precisa saber sobre a Cegueira Infantil

1 abr 2016 por Lotten Eyes    Sem Comentários    Postado em: Cuidados com a visão

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 500 mil crianças ficam cegas todos os anos, sendo a maioria no primeiro ano de vida. Só no Brasil, 33 mil crianças perdem a visão, sendo 28% por conta de doenças que poderiam ser evitadas, e 15% tratadas precocemente.

Motivos

Os principais motivos que levam a cegueira infantil são os erros de refração, a retinopatia da prematuridade, a catarata e o glaucoma congênito, as cicatrizes retinianas e corneanas, além do retinoblastoma e malformações oculares. Além destes, ainda na barriga da mãe, o zika vírus, a rubéola, a toxoplasmose e outras doenças infecciosas também podem levar o bebê a nascer com alguma deficiência visual.

Teste do olhinho

Para evitar estes casos de cegueira, o Teste do Olhinho se faz obrigatório para todos os recém-nascidos. O exame identifica alterações do reflexo de luz no fundo do olho, permitindo identificar diversas doenças a tempo de serem tratadas. No entanto, isso não quer dizer que o seu bebê não precise visitar o oftalmologista. Para garantir a saúde ocular da criança, é importante realizar uma consulta até o primeiro aninho de vida.

Primeiros anos de vida

É dever dos pais observarem os sinais que a criança dá. Não reagir a estímulos luminosos, demonstrar aversão à luz, lacrimejar excessivamente, manter os olhos sempre fechados, não ter interesse pelo o que está ao seu redor, não demonstrar reação ao ver a mãe, e esbarrar em objetos com frequência são sintomas que devem ser levados em conta.

Também é possível observar se a criança apresenta olhinhos desviados, mancha branca na pupila, pupilas muito dilatadas, de cor acinzentada ou opaca, ou se apresenta olhos sempre vermelhos e com secreção. Depois de completar dois anos, é preciso que a criança retorne ao oftalmologista no mínimo uma vez por ano, para realizar exames de rotina.

Dos três aos oito anos de idade, ainda é possível identificar alguns distúrbios de visão. Nesta fase, note se a criança cai com frequência, franze a testa para ver melhor, assiste TV muito próxima da tela, se inclina a cabeça pra um dos lados quando presta atenção ou se vira um dos olhos para fora quando está distraída em locais muito abertos, como parques.

Se perceber qualquer um destes sintomas, marque sem demora uma consulta com o oftalmologista. O tratamento precoce pode salvar a visão do seu filho por toda a vida.

Olhos vermelhos na piscina: você sabe por que isso acontece?

3 mar 2016 por Lotten Eyes    Sem Comentários    Postado em: Cuidados com a visão, Curiosidades

Morando num país tropical como o Brasil, com um clima quente durante quase o ano inteiro, é difícil resistir a um banho de piscina. Depois de alguns mergulhos, notamos que os nossos olhos vão ficando vermelhos, havendo ou não incômodo. Mas por que isso acontece?

Você deve ter pensado no excesso de cloro e outros produtos químicos utilizados para limpar a piscina, mas este não é exatamente o motivo. Segundo um estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, a razão dos olhos vermelhos é a presença de suor e urina na água. Sim, urina nos olhos.

O estudo ainda ressaltou que é muito mais fácil ficar com os olhos vermelhos em piscinas com grande concentração de pessoas, como em clubes, condomínios, hotéis ou parques aquáticos. Nesses lugares, as pessoas parecem se importar menos com a higiene do local.

O erro é acreditar que o cloro tem o poder de matar os microrganismos assim que entra em contato com eles. Embora sua função seja limpar a água, ele acaba se ligando às substâncias que tenta eliminar, produzindo compostos químicos irritativos que podem causar incômodo no nariz e coceiras na pele, além da vermelhidão nos olhos.

O mesmo vale para a transmissão de doenças infecciosas, como a conjuntivite. Por isso, se puder, evite piscinas coletivas. Mas caso não seja possível, use óculos para mergulho e proteja os seus olhos.

Você já ouviu falar sobre as lentes esclerais?

29 fev 2016 por Lotten Eyes    Sem Comentários    Postado em: Curiosidades, Lentes de Contato

As lentes esclerais mudaram consideravelmente a qualidade de vida de pacientes portadores de diversos tipos de anomalias na córnea, graças à sua revolucionária tecnologia de adaptação. Elas corrigem ametropias e diminuem as distorções das imagens com um conforto inédito aos usuários de lentes de contato.

A lente escleral se assemelha em tamanho a uma lente gelatinosa, e se apoia na parte branca do olho (esclera). Como não há toque na córnea, o conforto é um diferencial importante deste tipo de lente. Ela é indicada aos mais diversos tipos de patologias corneanas, como: ceratocone, degeneração marginal pelúcida, pós-lasik e pós-RK, síndrome do olho seco e pós-ceratoplastia penetrante (transplante de córnea).

Quando bem adaptadas, as lentes esclerais afastam a necessidade de procedimentos invasivos na córnea, como o transplante. Converse com seu oftalmologista e saiba mais!

Dra. Messody Zagury
CRM: 122646

O que você deve saber sobre um cão-guia

24 fev 2016 por Lotten Eyes    Sem Comentários    Postado em: Curiosidades

Com o dever de auxiliar os deficientes visuais a se locomoverem, os cães-guia possuem uma séria responsabilidade, por isso, são rigorosamente treinados. Eles se mantêm firmes, sempre à esquerda ou um pouco à frente do seu acompanhante, movendo-se apenas quando ordenado, e costumam ser aceitos em locais públicos.

Esses cães especiais são capazes de auxiliar o deficiente visual a caminhar ou a pegar um transporte público, evitando obstáculos e ignorando todo tipo de distração. Deitam-se silenciosamente enquanto seu acompanhante permanece sentado, e sempre param no topo ou pé de escadas até que receba ordem para avançar.

As raças mais comuns para desempenhar esta função incluem força, inteligência, afabilidade e adaptabilidade, sendo elas o Labrador, Golden Retriever e Pastor Alemão. Seu treinamento é bastante rigoroso, durando cerca de 2 anos. Apesar do trabalho, estes cães também sabem se divertir nas horas vagas, além de serem satisfeitos em desempenhar seu serviço.

Para iniciar a relação do deficiente visual com um cão-guia é preciso, primeiramente, descobrir se existe afinidade entre os dois. É necessário unir cachorros e acompanhantes compatíveis, ou seja, os mais brincalhões com pessoas jovens, por exemplo. Esta fase de adaptações costuma durar aproximadamente 1 mês.

Apesar de serem mansos, não se deve mexer com um cão-guia em serviço. Por isso, não os toque nem ofereça algum alimento. Se você estiver com algum animal, controle-o para que não interaja com o cão-guia. Se o deficiente visual lhe pedir alguma ajuda, aproxime-se pelo lado direito (dele), deixando o lado esquerdo livre para o cão.

Se você conhece algum deficiente visual que precise de um amigão como este, a solução é procurar uma ONG especializada. O solicitante deve ser legalmente cego e possuir boa saúde física e mental.

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