Saúde ocular e produtividade

1 fev 2019 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

O check-up oftalmológico é um serviço oferecido pela Lotten Eyes, sem custo, para avaliar a saúde ocular dos colaboradores

A exposição cada vez mais frequente a telas de computadores, celulares e televisão e um número crescente de casos de miopia podem afetar a produtividade e a qualidade de vida das pessoas. A Organização Mundial da Saúde estima que daqui a 30 anos, metade da população mundial terá miopia. Além disso, esse e outros erros de refração, como hipermetropia, astigmatismo e presbiopia, são as principais causa de deficiência visual no Brasil, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Quando não corrigidos ou tratados adequadamente, comprometem a produtividade no trabalho e nos estudos e a qualidade de vida.

Visão vs. Produtividade

A boa visão dos funcionários é crucial para garantir o bem-estar no trabalho e a produtividade da empresa, pois favorece a realização das atividades diárias com agilidade e qualidade.

Veja outros benefícios:

• Enxergar sem esforço – Quem tem um problema de visão e não o corrige, muitas vezes sem perceber, abre e fecha os olhos, na tentativa de fixar a visão em objetos para conseguir observá-los;
• Economia de tempo – Menos esforço para enxergar significa menos tempo para finalizar uma tarefa;
• Produtividade aumentada – Enxergando melhor, fica mais fácil se atentar aos detalhes e perceber erros com mais facilidade;
• Melhoria da concentração – A eliminação de fatores incômodos, causados por problemas de visão, como dor de cabeça e esforço para enxergar, proporciona mais conforto e tranquilidade para a realização das funções e aumenta a concentração;
• Redução de problemas como dor de cabeça, dor ocular e cansaço, entre outros.

Óculos de Proteção

Algumas atividades exigem o uso de equipamentos de proteção individual (EPI), como por exemplo, os óculos protetores. Esses acessórios são muito importantes para prevenir acidentes oculares. Quem tem problemas de visão deve optar por modelos com grau.

Lotten nas empresas

Quer ter certeza de que a sua equipe está enxergando bem? É só agendar um check-up oftalmológico gratuito na sua empresa. A Lotten Eyes examina seus funcionários e fornece orientações sobre eventuais alterações e hábitos que prejudicam a visão.

Basta que o RH entre em contato pelo e-mail checkup@lotteneyes.com.br. Veja mais detalhes: http://www.lotteneyes.com.br/nosso-projeto/.

Secreção nos olhos: quando procurar um oftalmologista?

31 jan 2019 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

A secreção é motivo de preocupação quando é produzida em excesso, apresenta coloração amarela ou esverdeada, textura grudenta ou é acompanhada por algum sintoma como dor, vermelhidão, lacrimejamento, sensação de areia nos olhos e ardência. Nesses casos, deve-se consultar um oftalmologista.

Como as remelas são produzidas?
A superfície ocular é a mucosa com maior exposição ao meio ambiente e compreende as pálpebras, a conjuntiva, a córnea e o filme lacrimal. Este último consiste em uma película que oferece proteção anatômica, fisiológica e imunológica, composta por três camadas: a mais interna, formada por muco, auxilia na umidade e permite a distribuição uniforme da lágrima. A segunda camada, a aquosa, mantém nossos olhos lubrificados e os defende de possíveis infecções. Por fim, a camada mais externa é oleosa, constituída por lipídeos, e ajuda a impedir a evaporação da lágrima.
Com o resfriamento do corpo, essa película se torna sólida, esbranquiçada e parecida com uma cera, o que ocorre mais à noite. Além disso, durante o sono, há um relaxamento dos ductos das glândulas que produzem o óleo. A anatomia da pálpebra faz com que essas secreções escorram e se acumulem nos cantos. Por isso, é comum acordarmos com “remelas” nos cantos dos olhos.

Quais as principais afecções oculares que causam secreções nos olhos?

Algumas doenças levam à instabilidade do filme lacrimal e comprometem a integridade da superfície ocular, podendo causar secreções. Veja alguns exemplos:

Conjuntivite: é uma inflamação na conjuntiva, a membrana transparente que recobre toda a região branca do olho e a superfície interna das pálpebras. Os sintomas mais comuns são vermelhidão e secreção, que pode ser aquosa, com muco ou pus. Se a causa for viral, o quadro geralmente é autolimitado, mas, se for desencadeado por bactérias ou por algum agente tóxico ou alérgico, será necessário recorrer a medicamentos prescritos por um oftalmologista. Para amenizar os sintomas e aumentar o conforto visual, é recomendável fazer compressas geladas, além de usar colírio lubrificante, de preferência, sem conservantes, pois são menos tóxicos para a superfície ocular.

Blefarite: é uma inflamação das pálpebras e das estruturas associadas, incluindo pele, cílios e glândulas. Está relacionada à colonização das pálpebras por bactérias da flora normal da pele e à disfunção das chamadas glândulas meibomianas, com consequente aumento de oleosidade na região.
O problema pode vir acompanhado de irritação, lacrimejamento, secreção, sensação de areia, coceira, vermelhidão, crostas nos cílios, sensibilidade à luz e até dor ou diminuição da visão, alternando fases de piora com períodos assintomáticos. A base do tratamento é a higiene contínua das pálpebras, com compressas mornas e shampoo neutro, além do uso de lubrificantes, pomadas antibióticas e medicação oral, a critério médico. Por se tratar de uma doença crônica, deve ser acompanhada periodicamente por um oftalmologista.

Alterações palpebrais: trata-se de anormalidades na posição das pálpebras e dos cílios, como o entrópio (a pálpebra se dobra para dentro), o ectrópio (ela se dobra para fora), lagoftalmo (não fecha), triquíase (cílios crescem em direção aos olhos), entre outros, capazes de gerar prejuízo à integridade da superfície ocular e produzir sintomas como lacrimejamento, irritação e secreção. O tratamento deve ser direcionado à causa e realizado sempre pelo oftalmologista.

Olho seco: é uma doença multifatorial da lágrima e da superfície ocular, que resulta em instabilidade do filme lacrimal e sintomas como sensação de ressecamento e corpo estranho, queimação, vermelhidão, embaçamento transitório da visão e secreção. Pode ser devido à deficiência aquosa ou evaporativo, quando há disfunção das glândulas. O oftalmologista deve ser consultado para indicar o tipo de colírio mais adequado.

Fonte: Dra. Elisa Piantino, oftalmologista da Lotten Eyes (SP).

Conjuntivite no verão: saiba como se proteger

29 jan 2019 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Praias, piscinas, aglomeração de pessoas… Tudo isso aumenta os riscos de pegar a doença nesta estação
No verão, cresce a probabilidade de contrair conjuntivite. A explicação é simples: as pessoas praticam mais atividades ao ar livre, frequentam locais com grande circulação de pessoas, como praias, clubes e piscinas. Ou seja, o contato direto entre elas é maior.
Por isso, confira algumas dicas valiosas para fugir dos surtos típicos do calor:

  • Higienize as mãos frequentemente com água e sabão ou álcool antisséptico;
  • Evite coçar os olhos, sobretudo se as mãos não estiverem limpas;
  • Troque as toalhas de banho todos os dias e não as compartilhe com outras pessoas;
  • Substitua a roupa de cama com mais frequência.
  • Evite cumprimentar com as mãos ou dar beijos em pessoas que estejam com os olhos vermelhos ou com secreção aparente.
  • Redobre os cuidados em ambientes coletivos, como shoppings, cinemas, praia e piscina, para evitar o contágio;
    E se eu pegar conjuntivite?
    A principal orientação é consultar um oftalmologista para obter um diagnóstico preciso e o tratamento adequado, com a indicação correta de medicamentos. O médico também fornecerá um atestado para se ausentar do trabalho (ou da escola) por alguns dias, a fim de evitar a transmissão. Vale lembrar que a automedicação é perigosa, pois só um médico é capaz de identificar a causa da conjuntivite (bactéria, vírus ou agente tóxico) e indicar o tratamento apropriado.
    Como tratar o problema?
    A conjuntivite é uma inflamação na conjuntiva, a membrana transparente que recobre toda a região branca do olho e a superfície interna das pálpebras. Na maioria das vezes, ela é causada por vírus e é autolimitada, ou seja, vai embora sozinha e os sintomas desaparecem em até 15 dias. Mas, se o quadro for desencadeado por bactérias ou um agente tóxico, é necessário recorrer a medicamentos específicos.
    Para amenizar os sintomas e aumentar o conforto visual, é recomendável fazer compressas com gaze e soro fisiológico gelado, além de usar colírio lubrificante, de preferência, sem conservantes, pois são menos tóxicos para a córnea.

E se não tratar, o que acontece?
Algumas conjuntivites podem gerar complicações à córnea e comprometer a visão, por isso, é importante seguir as orientações do oftalmologista.
Fonte: Dr. Gabriel Gorgone, médico cirurgião especialista em córnea da Lotten Eyes.

Problemas de visão e tontura

28 jan 2019 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Dor de cabeça, vista embaçada e olho seco são alguns sintomas que geralmente levam as pessoas ao consultório do oftalmologista. Mas episódios de tontura também podem representar alterações na visão. Por isso, vale a pena consultar um oftalmologista. A Dra. Carolina Engelbrecht, oftalmologista da Lotten Eyes, explica como a avaliação pode ajudar a identificar se o desequilíbrio está relacionado à saúde dos olhos.

Quais problemas de visão podem causar tontura? Por quê?
Todas as doenças que afetam a visão podem causar tontura, afinal, o sentido é importante para a percepção do indivíduo no espaço. Qualquer alteração, como a falta ou o uso inadequado de óculos, erros refracionais (miopia, astigmatismo, hipermetropia), catarata, glaucoma, problemas de retina, do movimento dos olhos (estrabismos) e da córnea podem ser gatilhos para essa sensação.

É válido consultar um oftalmologista em caso de tontura? Por quê?
Sim. Com a consulta e a realização de exames oftalmológicos, é possível verificar se o paciente tem alguma alteração ocular capaz de provocar tontura. Obviamente, ela não é um sintoma exclusivo da área oftalmológica, pois existem diversas doenças com essa manifestação. Por isso, avaliações com médicos de outras especialidades, como um otorrinolaringologista e um neurologista, também são recomendadas.

Como é feito o diagnóstico e o tratamento?
Se houver suspeita de que a tontura é desencadeada por problemas visuais, costumamos solicitar a realização de um exame ocular completo, que inclui a avaliação de erros de refração, exame da córnea em lâmpada de fenda, câmara anterior, cristalino, vítreo e retina, além de testes complementares, quando necessário. Dependendo do diagnóstico, indicamos um tratamento para a melhoria dos sintomas, como prescrição de óculos e colírios específicos.

Trocar de óculos ou começar a usar lentes de contato também pode gerar tontura? O que fazer nesses casos?
Sim. No começo do uso dos óculos, principalmente dos multifocais, existe um período de adaptação do cérebro e isso pode causar tontura. Deve-se persistir e aumentar gradativamente o tempo de uso para adaptação. Geralmente, um mês é suficiente. Mas, se o desconforto continuar, o melhor é procurar um oftalmologista.

Cirurgia de glaucoma: quando ela é indicada?

17 dez 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Conheça os procedimentos existentes para diminuir a pressão intraocular

O glaucoma é uma doença causada, na maioria dos casos, pelo aumento da pressão intraocular, que pode prejudicar o nervo óptico e comprometer a visão. Embora não tenha cura, é possível barrar sua progressão com o controle da pressão, que inicialmente é feito com o uso de colírios prescritos pelo oftalmologista. No entanto, quando os medicamentos não surtem os resultados esperados ou em casos mais graves da doença, pode-se recorrer à cirurgia.

Os procedimentos cirúrgicos existentes têm o objetivo de baixar a pressão intraocular, diminuindo a quantidade de humor aquoso – a substância que preenche as estruturas oculares. Eles não exigem preparo, são feitos com anestesia local e não requerem internação – o paciente volta para casa no mesmo dia.

Veja quais são as principais técnicas disponíveis:

Trabeculoplastia (SLP) – É um procedimento ambulatorial, simples e rápido, que diminui a pressão intraocular, utilizando um laser que potencializa a drenagem do humor aquoso represado. Para isso, a intervenção é realizada no trabeculado – uma parte do olho que funciona como um ralo de chuveiro, responsável pela drenagem do humor aquoso. Nos pacientes com glaucoma, ele é mais fechado e o líquido fica retido, fazendo a pressão subir.
O método é indicado para pacientes em estágios mais iniciais da doença e que apresentam dificuldade em manter o tratamento com colírio.

Trabeculectomia – É uma cirurgia realizada com bisturi, com o intuito de reconstruir o trabeculado, criando um canal de escoamento do líquido.

Implante de válvula de drenagem – Consiste na introdução de um pequeno tubo dentro do olho, possibilitando que o humor aquoso seja drenado para a região externa.

Cirurgias ciclo destrutivas – Esse conjunto de técnicas cirúrgicas não interfere no trabeculado, mas na produção do líquido, alterando a estrutura responsável por fabricá-lo. Elas são indicadas para alívio da dor em pacientes que apresentam a doença em estágio avançado e a visão comprometida.

NOVIDADE – As técnicas mais recentes são as Cirurgias Minimamente Invasivas de Glaucoma, MIGS, na sigla em inglês. Elas estimulam o canal a drenar mais o humor aquoso, utilizando um dispositivo que é implantado no interior do olho. Esses métodos são indicados para casos leves e moderados e podem ser associados à cirurgia de catarata.

Antes de realizar qualquer uma das intervenções, é necessário passar por um check-up clínico e cardiológico, além de exames básicos para acompanhar a evolução do glaucoma, como Retinografia, Paquimetria, Campo Visual e Tomografia de Coerência Óptica (OCT).

Fonte: Dr. Luís Guilherme Milesi Pimentel, oftalmologista especialista em glaucoma da Lotten Eyes.

Estrabismo na infância: a importância da detecção precoce

10 dez 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

A falta de alinhamento dos olhos nem sempre é evidente, mas se identificada cedo, permite a correção de problemas que podem comprometer a visão, como a ambliopia.

O estrabismo é a falta de alinhamento ocular. Ela pode se manifestar em qualquer idade, mas, se detectada ainda na infância, até os sete anos, pode evitar a diminuição da capacidade visual. Isso porque ela pode levar à ambliopia, conhecida como olho preguiçoso, que promove prejuízos à visão se não for tratada cedo.

Existem três tipos de estrabismo:

Convergente: quando o desvio dos olhos é para dentro;
Divergente: quando o desvio dos olhos é para fora;
Vertical: quando um dos olhos fica mais alto ou mais baixo que o outro.

Quando desconfiar?

Na maioria das vezes, o estrabismo só é percebido pelos familiares quando apresenta um grande ângulo de desvio. Mas, nem sempre o problema é evidente. Por isso, é muito importante levar a criança ao oftalmologista ainda no primeiro ano de vida.

Olho preguiçoso. O que é?

Trata-se de uma condição que afeta de 2% a 4% da população brasileira. Para evitar a visão dupla causada pelo desalinhamento ocular, a função do olho desviado é suprimida. Neste caso, as chances de recuperação são maiores se o tratamento for feito até os sete anos, quando a visão ainda está em desenvolvimento.

Tratamentos

Os tratamentos do estrabismo variam de acordo com o tipo e a causa do problema. Conheça as alternativas:

Óculos: indicados quando é possível restabelecer o alinhamento dos olhos com o uso deles ou de lentes de contato. Nesse caso, é necessário avaliar o paciente algumas semanas após a prescrição. Se os olhos estiverem na posição correta, é possível dar prosseguimento a essa estratégia terapêutica. Mas, se ainda desviarem, pode ser necessário recorrer à cirurgia.

Tampão ou oclusão: o principal objetivo desse tratamento não é curar o estrabismo, mas tratar a ambliopia provocada por ele. Como? Impedindo a visão do olho normal para exercitar a do “preguiçoso” . O tampão costuma ser usado por cerca de seis horas por dia. Nem sempre a adaptação é fácil, já que, no período de tratamento, a criança depende da visão comprometida para fazer suas atividades. Por isso, é muito importante que os familiares dêem suporte nesse primeiro momento. A tendência é que, com o tempo, a visão melhore e o tratamento se torne menos desagradável, até ser suspenso com orientação médica.

Exercícios ortópticos: são uma espécie de fisioterapia para os olhos, mas tem indicação específica, para casos discretos de estrabismo.

Toxina botulínica: é usada em casos específicos de estrabismo, como aqueles relacionados a paralisias musculares.

Prismas: consistem em um tipo de lente que aumenta o conforto visual de pacientes que apresentam visão dupla e costuma ser indicada na idade adulta.

Cirurgia: é recomendada para tratar boa parte dos estrabismos e também pode ser realizada na idade adulta.

Fonte: Dra. Francieli Agrizzi, oftalmopediatra e estrabóloga da clínica Lotten Eyes, em São Paulo.

Degeneração macular relacionada à idade: tratamentos disponíveis para evitar a perda da visão

7 dez 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

A Degeneração Macular Relacionada à Idade, ou DMRI, é a principal causa de cegueira em pessoas com mais de 65 anos, de acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Mas, se identificada precocemente, a progressão da doença pode ser controlada.

O problema tem origem no desgaste da mácula, área da retina responsável pelo centro da visão e que permite perceber detalhes, como reconhecer cores e o rosto das pessoas ou ler um livro. Seus principais sintomas são embaçamento de visão, lento ou abrupto, e distorção de imagens.

Seca ou úmida?

Existem dois tipos de DMRI. A forma seca corresponde a 90% dos casos e pode provocar a perda de visão central de forma lenta, por levar à formação de uma cicatriz na mácula. Ela pode evoluir para a forma úmida, que representa 10% dos casos da doença, mas é a mais agressiva, responsável por 90% dos casos com grave perda de visão. Se não tratada precocemente, promove a formação de vasos anormais na mácula, que pode ocasionar hemorragia, formação de cicatriz e perda de visão repentina.

Fatores de risco

Todas as pessoas com mais de 50 anos – principalmente aquelas com algum fator de risco, como histórico familiar da doença ou pele, olhos claros, tabagistas e exposição solar acentuada – devem visitar o oftalmologista e realizar o exame de mapeamento de retina anualmente para avaliar possíveis riscos de desenvolver a doença.

Diagnóstico

Se o mapeamento de retina indicar suspeita em relação à Degeneração Macular Relacionada à Idade, o paciente deve procurar um especialista em retina, que poderá realizar exames como o OCT (Tomografia de Coerência Óptica, na sigla em inglês) e a angiofluoresceinografia. Eles são importantes para fechar o diagnóstico, pois verificam se há inchaço, lesões ou anomalias na retina e na mácula.

E quem já foi diagnosticado com DMRI, deve monitorar a qualidade da visão com frequência utilizando a tela de Amsler, um exame que é feito com um dos olhos fechados, olhando para um ponto central localizado no meio de um painel quadriculado. Dessa forma, é possível identificar precocemente os primeiros sinais de evolução para a forma úmida e evitar a perda da visão.

Tratamentos disponíveis

A indicação de cada tratamento depende de avaliação por um especialista em retina. As alternativas atualmente disponíveis são:

  • Injeção intravítrea: consiste na administração de medicamentos por meio de injeções no olho, que controlam a DMRI úmida, reduzindo o edema da mácula e, consequentemente, melhorando a visão. Embora pareça aflitivo, o procedimento é rápido e pouco incômodo. O custo-benefício compensa, já que ele melhora a visão em 90% dos casos, sendo que, em 40-50% deles, consegue-se um ganho de visão considerável. A terapia bloqueia o crescimento dos vasos anormais no fundo do olho e requer pelo menos três aplicações mensais para estabilizar a doença.
  • Terapia Fotodinâmica: é a injeção de uma substância na veia, posteriormente ativada com um aparelho de laser, que é aplicado no fundo do olho.
  • Fotocoagulação com laser: também se trata de aplicação de laser, com a pupila dilatada e a aplicação de um colírio anestésico.
  • Suplementação com vitaminas: pode reduzir a chance de progressão da forma seca para a úmida.

Fonte: Dr. Renato Palácios, oftalmologista especializado em retina da Lotten Eyes.

Monovisão: cirurgia de catarata e refrativa de uma vez só!

7 dez 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Os pacientes que querem tratar de uma vez só a catarata e alguns problemas causados por erros refrativos como miopia, hipermetropia ou presbiopia, podem optar pela cirurgia realizada com a técnica de monovisão. Conheça mais sobre esse procedimento.
A catarata é uma alteração geralmente causada pelo envelhecimento do olho, que faz com que o cristalino fique parcial ou totalmente opaco, resultando em perda de visão progressiva, tanto para perto, como para longe, em um olho ou em ambos. Quem tem a doença e sofre de problemas refrativos como miopia (má visão à distância), hipermetropia ou presbiopia (visão próxima ruim) pode tratá-los de uma vez só com a cirurgia realizada com a técnica de monovisão.
Neste procedimento, são implantadas lentes intra-oculares monofocais, uma para perto, num olho, e a outra para longe, no outro, para reduzir o grau de miopia e substituir o cristalino danificado pela catarata. Após a cirurgia, o paciente terá o grau zerado em um olho e miopia residual (aproximadamente 1,5 grau), no outro.
Essa condição permitirá que ele enxergue com mais qualidade, apesar de não corrigir com perfeição a má visão de profundidade, também chamada de tridimensional—aquela que utilizamos para manobrar um carro, por exemplo. Por isso, ainda será necessário usar óculos nas atividades que exijam grande acuidade visual – dirigir e ler, por exemplo. Trata-se de uma técnica que melhora a visão de longe, mas não a de perto.
Adaptação
No pós-operatório, o cérebro e os olhos precisam se adaptar à nova forma de enxergar, o que pode levar de três a seis meses.
Quem pode fazer?

Quem tem o grau de miopia muito alto e deseja se livrar dos óculos por questões estéticas, por exemplo. Não há restrições em relação ao grau do erro refrativo. Mas é necessário passar por uma avaliação prévia com o oftalmologista e realizar exames pré-operatórios.
Por que fazer na Lotten Eyes?
A consulta e a avaliação para diagnóstico da catarata podem ser feitas em qualquer uma das 20 unidades da Lotten Eyes na Grande São Paulo, que aceitam mais de 30 convênios. Já os pacientes com diagnóstico confirmado de catarata devem procurar as unidades Jardins ou Morumbi, que oferecem atendimento especializado regularmente.
A cirurgia de catarata é realizada na unidade do Morumbi ou em ambiente hospitalar, de acordo com a condição clínica de cada paciente.
A rede é referência em cuidados com a saúde dos olhos, com mais de 30 mil procedimentos cirúrgicos realizados em quase 30 anos de experiência e mais 160 mil pacientes atendidos.
Entre seus diferenciais destacam-se o seu bloco cirúrgico completamente equipado, profissionais altamente qualificados e reconhecidos internacionalmente em várias especialidades e sua ampla rede de atendimento pré e pós-operatório, com salas modernas de medicina diagnóstica.
Confira os endereços em: www.lotteneyes.com.br

Dia Mundial da Acessibilidade: recursos que ampliam o acesso à internet

4 dez 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Conheça algumas ferramentas disponíveis para promover a acessibilidade digital de pessoas com deficiência visual

Acessibilidade é a promoção de condições favoráveis à qualidade de vida das pessoas com algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida, que no Brasil, representam 45 milhões de indivíduos, ou 24% da população, das quais 7,2 milhões (3,2%) têm deficiências visuais .

No Brasil, esse direito é garantido pelo Decreto Nº 5.296/2004, que estabelece desde a obrigatoriedade de disponibilizar rampas e banheiros adaptados em edificações para pessoas em cadeira de rodas, à oferta de ferramentas, recursos e serviços destinados ao uso de computadores, celulares e internet. Tudo isso contribui para promover a independência e a inclusão desse público na sociedade e ampliar suas habilidades funcionais.

Nesse Dia Mundial da Acessibilidade, conheça alguns recursos de acessibilidade na Web para deficientes visuais:

Audiodescrição – É um recurso fundamental para que pessoas cegas, com baixa visão ou deficiência intelectual possam compreender conteúdos audiovisuais, como filmes, eventos e postagens em redes sociais. Um exemplo de audiodescrição é a legenda #descriçãodaimagem, que descreve o há numa imagem. As emissoras de TV também são obrigadas a exibir produções adaptadas com esse recurso.

Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG 2.0) – O World Web Consortium (W3C) é a organização responsável pela elaboração e atualização das recomendações para tornar o conteúdo Web mais acessível a um maior número de pessoas com deficiências, incluindo cegueira e baixa visão, surdez e baixa audição, incapacidade de fala, fotossensibilidade, entre outras. As diretrizes estabelecem o padrão de navegação utilizando tecnologias inclusivas de hardware e periféricos (mouse, teclado, monitor, áudio etc.) e a utilização de programas especiais para navegadores (Internet Explorer, Firefox, Opera e outros) e leitores de sites, entre outras recomendações. O conteúdo está disponível em: https://www.w3.org/Translations/WCAG20-pt-PT/.

Leitores de tela – São sistemas desenvolvidos para auxiliar pessoas cegas, com baixa visão ou com dificuldades na digitação a navegar em computadores, smartphones e links de sites que não adotam os padrões internacionais de acessibilidade, usando o teclado ou a tela do celular, apertando a tecla Tab ou a seta para baixo, programas de comando de voz ou sintetizadores de voz. Para saber qual é a melhor forma de navegação, é necessário consultar o manual do leitor de telas. Confira algumas sugestões de programas disponíveis:
DOSVOX: sistema gratuito para Windows ou Linux, desenvolvido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro;
Jaws: serviço pago de leitura de tela que permite usar todo o sistema Windows, disponível em vários idiomas;
Nitrous Voice Flux: controla o computador por voz (gratuito);
NVDA: software livre para leitura de tela para Windows, disponível em vários idiomas;
Orca: software de código aberto e gratuito para Linux;
Screen Reader for Blind (Shine Plus): este leitor de telas gratuito é uma opção ao aplicativo nativo do Android, o TalkBack, que oferece algumas funções diferentes, como ditar;
TalkBack: é o leitor de tela nativo do Google em dispositivos Android. Ele oferece feedback falado para usar o aparelho sem olhar para a tela e permite acessar o sintetizador de voz;
Virtual Vision: leitor de tela em português do Brasil;
VoiceOver: leitor de tela disponível nos aparelhos da Apple. Baseado em gestos, permite realizar várias funções, como tirar fotos, usar aplicativos, fazer ligações, enviar mensagens de texto etc.
YeoSoft Text: leitor de tela em inglês e português.

Leitor de livros digitais: a Fundação Dorina Nowill oferece o leitor de livros digitais Dorina Daisy Reader Mais (DDReader+), desenvolvido para pessoas com deficiência visual e baixa visão, em formato DAISY 3.0 (Windows), em português, inglês e espanhol. Os livros podem ser lidos por voz sintetizada, narração pré-gravada ou somente em texto na tela. O DDReader tem como requisito obrigatório a instalação de uma voz sintetizada no idioma a ser usado. Assim, além de ter instalado o sistema SAPI5 da Microsoft (que é parte do sistema Windows), é necessário ter uma voz no idioma escolhido. Para entrar em contato com a fundação, acesse o site www.fundacaodorina.org.br ou telefone para (11) 5087-0999.

Ampliador de tela para pessoas cegas ou de baixa visão – Aumenta a fonte das letras utilizando o zoom nativo do navegador, pressionando as teclas “Ctrl” e “+” para aumentar todo o site e “Ctrl” e “-“ para diminuir. Para voltar ao padrão, pressione “Ctrl” e “0”.

Teclas de atalho por navegadores: atalhos de teclado que permitem que pessoas com deficiências visual ou motora utilizem o teclado para navegar pelas páginas web com seus browsers, ao invés de usar o mouse. Exemplos:
Internet Explorer: http://www.acessibilidadelegal.com/33-teclas-ie.php
Chrome: http://www.acessibilidadelegal.com/13-chrome.php
Firefox:http://www.acessibilidadelegal.com/33-teclas-ff.php

Navegação por tabulação: a tecla Tab permite navegar por elementos que recebem ação do usuário no site, tais como links, botões, campos de formulário e outros, na ordem em que eles são apresentados na página. Para retornar, Shift + Tab e para acessar as informações textuais, usar as setas direcionais.

Aplicativos (Android e iOS) – O CittaMobi, app que informa opções de transporte público, tem uma versão desenvolvida especialmente para deficientes visuais – basta ter o app instalado e ativar a função TalkBack do smartphone.

Sites especializados/entidades:
Bengala Legal: www.bengalalegal.com;
Fundação Dorina Nowill: www.fundacaodorina.org.br.

e-MAG – É o modelo de acessibilidade em Governo Eletrônico adotado pelo Governo Brasileiro para disponibilizar informações oficiais em portais como o do Ministério da Saúde, por exemplo. Ele está alinhado às recomendações internacionais e estabelece padrões de comportamento acessível para todos os sites governamentais brasileiros.

Referências:
https://censo2010.ibge.gov.br/noticias-censo.html?busca=1&id=1&idnoticia=2965&t=pns-2013-dois-anos-mais-metade-nascimentos-ocorreram-cesariana&view=noticia
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13146.htm#art112
http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2016/09/cresce-numero-de-pessoas-com-deficiencia-no-mercado-de-trabalho-formal
http://portalms.saude.gov.br/acessibilidade#navigation
https://super.abril.com.br/mundo-estranho/como-os-cegos-usam-a-internet/
http://www.bengalalegal.com/capitulomaq
https://www.fundacaodorina.org.br/blog/o-que-e-audiodescricao/
http://oampliadordeideias.com.br/6-leitores-de-tela-para-seu-computador/
http://www.acessibilidadeandroid.com.br/video-demonstrando-os-gestos-e-funcoes-do-shine-plus/

Miopia, hipermetropia, astigmatismo? Veja o tipo de cirurgia mais indicado

30 nov 2018 por Lotten Eyes    Comentários desativados    Postado em: Notícias

Os problemas de visão causados por erros refrativos, como miopia (má visão à distância), hipermetropia ou presbiopia (visão próxima ruim) e astigmatismo (visão embaçada ou desfocada, tanto de longe, quanto de perto) atingem mais de 14 milhões de pessoas no Brasil, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Por isso, a cirurgia refrativa é tão popular.

Além de ser um procedimento extremamente seguro e que não precisa de internação, é realizado em menos de dez minutos, por meio de um equipamento que emite luz ultravioleta para remodelar a superfície da córnea e modificar sua curvatura para corrigir os erros refrativos.

Técnicas
Existem duas técnicas de cirurgia refrativa: a PRK e a Lasik. Ambas são seguras, rápidas e proporcionam os mesmos resultados, além de conforto e qualidade de vida para realizar as tarefas do dia a dia, praticar esportes e viajar. O que as diferencia é o tempo de recuperação, que geralmente é menor quando se opta pela Lasik. Para saber qual é a tecnica mais recomendada, é necessário realizar exames para avaliar o grau, a saúde do olho e o aspecto da córnea.

Ceratectomia Fotorrefrativa (PRK)
Uma fina película da camada que reveste a córnea é removida e é aplicado o laser para correção do erro refrativo. Terminado o procedimento, uma lente de contato terapêutica é colocada na superfície corneana para promover a cicatrização e o alívio do desconforto nos primeiros dias do pós-operatório. O período de recuperação é um pouco mais longo que na cirurgia de Lasik, correspondente ao tempo necessário para regeneração do tecido que foi removido. Por isso, ela é mais apropriada para pacientes jovens, com graus mais elevados e córneas mais finas.

Lasik (Laser Assisted In Situ Keratomileusis) com laser de femtosegundo
A técnica remodela a curvatura da córnea para corrigir o erro refrativo, tornando-a mais plana, em casos de miopia, mais inclinada, se a pessoa tiver hipermetropia ou mais regular, se o problema for astigmatismo. O método lança mão de dois tipos de laser: o primeiro realiza um corte circular, de alta precisão, na superfície da córnea, por meio do qual o médico acessa a região intermediária. O segundo laser é utilizado para remodelá-la e atingir a graduação desejada, definida com base nos exames pré-operatórios, levando-se em conta o grau, a curvatura e a espessura da córnea. Finalizada essa etapa, o tecido corneano é recolocado e encaixado perfeitamente na lente. Como essa camada externa não é removida, a cicatrização ocorre em até 48 horas, ou seja, o tempo de recuperação é menor.

Quem pode fazer?
É elegível à cirurgia quem tem um dos problemas de refração mencionados anteriormente e está com o grau estável há pelo menos um ano (variação de até 0,5 neste período). Considerando que isso não costuma acontecer antes dos 18 anos, não dá para operar antes dessa idade. O procedimento também é contraindicado em casos de doença na córnea.

Por que fazer na Lotten Eyes?
Em seus quase 30 anos de experiência em cuidados com a saúde dos olhos e mais 160 mil pacientes atendidos, a Lotten Eyes é uma referência na realização de procedimentos cirúrgicos, com mais de 30 mil realizados, entre os quais, cirurgias refrativas.
Além de contar com profissionais qualificados, reconhecidos internacionalmente e constantemente atualizados, em várias especialidades, dispõe de um bloco cirúrgico completamente equipado.
Outra vantagem é a sua ampla rede de atendimento pré e pós-operatório, com salas modernas de medicina diagnóstica e 20 consultórios em diversas regiões da Grande São Paulo, o que permite escolher a unidade mais próxima para agendar as consultas e exames. E o melhor de tudo é que são aceitos mais de 30 convênios.

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